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Colheita de mel no RS entra na reta final com queda na produtividade e alerta para apicultores

Redução de néctar impacta produção em diversas regiões; produtores intensificam manejo para enfrentar período de escassez


A colheita de mel no Rio Grande do Sul entra na fase final com queda na produtividade em diversas regiões do estado. O cenário é resultado da redução gradual das floradas e da menor oferta de néctar, fator essencial para a produção apícola.

De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, os apicultores já iniciaram estratégias para enfrentar o período de escassez, com intensificação no manejo das colmeias, controle da enxameação e organização dos apiários.

📢 “Menor oferta de néctar reduz produção de mel em várias regiões do estado”


Produção irregular pelo estado

O desempenho da safra tem variado conforme as condições climáticas e a disponibilidade de floradas. Em regiões como Bagé, ainda há boa entrada de néctar e pólen, especialmente de espécies nativas e eucalipto, mantendo a atividade das abelhas em níveis satisfatórios.

Já em áreas como Caxias do Sul, o tempo seco favoreceu o trabalho das abelhas, mas a queda na oferta de néctar reduziu a postura das rainhas, resultando em colmeias menos populosas e menor produção de mel.

📢 “Colmeias menos populosas refletem impacto direto na produtividade”

Nas regiões de Ijuí e Frederico Westphalen, a colheita já está praticamente encerrada, e os produtores concentram esforços na preparação das colmeias para o inverno. Em contrapartida, localidades próximas a Porto Alegre ainda registram boa produção, impulsionada por condições climáticas favoráveis.


Mercado e oportunidades

Apesar da queda na produção em parte do estado, o mercado apresenta oportunidades. Em municípios como Santo Antônio da Patrulha, o mel de abelha Jataí já começou a ser comercializado, com preços que podem chegar a R$ 230 por quilo, dependendo da oferta e da espécie produtora.

Outro destaque é o crescimento da produção de própolis, especialmente por meliponicultores que trabalham com abelhas sem ferrão. O produto tem ganhado espaço devido aos seus compostos bioativos e potenciais benefícios à saúde.

📢 “Própolis ganha destaque e amplia oportunidades no setor apícola”


Impactos e reflexos para outras regiões

A redução da produtividade no Rio Grande do Sul pode impactar o abastecimento nacional e os preços do mel, abrindo espaço para produtores de outros estados, como Minas Gerais, ampliarem sua participação no mercado.

Minas, que também possui tradição na apicultura, pode se beneficiar do cenário, especialmente em regiões com condições climáticas mais favoráveis à produção.


Outras culturas seguem em andamento

Além da apicultura, o boletim da Emater aponta avanço na colheita de culturas importantes no estado. A soja já teve cerca de 23% da área colhida, enquanto o milho alcança 76%. O arroz irrigado também apresenta bom desempenho, com metade da área já colhida e expectativa de alta produtividade.

Leia mais: Colheita de mel no RS entra na reta final com queda na produtividade e alerta para apicultores

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