Pelo menos dez terremotos, incluindo dois de magnitude 6,2 e 6,3, atingiram o oeste da Venezuela entre a tarde de quarta-feira (24) e a madrugada desta quinta-feira (25). Os abalos foram confirmados pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) e pelo Serviço Geológico da Colômbia, sendo sentidos também em cidades colombianas próximas à fronteira.
Os maiores impactos foram registrados no estado de Zulia, especialmente nas cidades de Mene Grande e Bachaquero, regiões estratégicas pela produção de petróleo. Moradores de San Cristóbal e Mérida também relataram tremores significativos.
Segundo autoridades venezuelanas, os abalos causaram danos pontuais em hospitais e em uma igreja de Maracaibo, mas não há vítimas nem feridos. O governador de Zulia, Luis Caldera, afirmou: “Não temos vítimas ou feridos devido a esse movimento sísmico”. O ministro do Interior, Diosdado Cabello, também informou que não foram registrados danos graves.
O tremor desta quarta-feira foi o mais forte registrado na Venezuela desde 2018, quando um abalo de 7,3 de magnitude atingiu o país. Historicamente, eventos letais incluem o terremoto de Cariaco (1997), com 73 mortos, e o de Caracas (1967), que deixou 283 mortos e cerca de 2 mil feridos.
Atualmente, cerca de 80% da população venezuelana vive em áreas de alto risco sísmico, tornando a prevenção e a monitorização essenciais para reduzir impactos futuros.
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