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Dengue avança em Minas Gerais e casos disparam quase 50% em três semanas

Estado já soma mais de 39 mil casos prováveis em 2026; ritmo de crescimento acende alerta para novo cenário de alta transmissão



Minas Gerais enfrenta um novo avanço da dengue em 2026, com crescimento acelerado de casos nas últimas semanas e sinais de intensificação da transmissão em diversas regiões do estado. Dados da Secretaria de Estado de Saúde apontam que os casos prováveis saltaram de 26.471 para 39.551 entre meados de março e o início de abril — um aumento de 49,41% em apenas três semanas.

O avanço também se reflete nos casos confirmados da doença, que passaram de 8.144 para 13.031 no mesmo período. Até o momento, o estado contabiliza oito mortes confirmadas por dengue, além de 23 óbitos ainda em investigação, cenário que eleva o nível de alerta das autoridades de saúde.

O crescimento expressivo ocorre em um período considerado crítico para a circulação de arboviroses, favorecido por fatores como altas temperaturas, chuvas recentes e acúmulo de água parada — condições ideais para a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya.

Embora o volume total de casos em 2026 ainda esteja abaixo de anos considerados epidêmicos, o ritmo de avanço preocupa especialistas. Minas Gerais já enfrentou grandes surtos em anos recentes, como 2010, 2013, 2016, 2019, 2023 e, principalmente, 2024, quando o estado ultrapassou a marca de 1,6 milhão de casos prováveis — o maior registro da série histórica.

Em comparação, os atuais 39 mil casos colocam o estado em um patamar inferior, mas a curva de crescimento contínuo nas últimas semanas indica tendência de alta. O boletim epidemiológico mostra que o avanço ocorre de forma progressiva, o que pode resultar em aumento ainda mais significativo nos próximos meses caso não haja intensificação das medidas de controle.

Em Belo Horizonte e na Região Metropolitana, o cenário também inspira atenção. A combinação de densidade populacional elevada e áreas com histórico de focos do mosquito aumenta o risco de disseminação da doença, pressionando unidades de saúde e serviços de atendimento.

Diante do avanço, autoridades reforçam a importância da prevenção, com eliminação de criadouros, uso de repelentes e busca por atendimento médico ao surgimento dos primeiros sintomas, como febre alta, dores no corpo e manchas na pele.

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