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Companhias aéreas dos EUA passam a deter 16% da Azul após aporte de US$ 200 milhões

Investimento faz parte do processo de recuperação financeira da empresa brasileira e marca nova fase após saída do Chapter 11.


As companhias norte-americanas American Airlines e United Airlines passarão a deter 16% de participação na Azul Linhas Aéreas, após um aporte conjunto de US$ 200 milhões anunciado como parte do processo de reorganização financeira da empresa brasileira nos Estados Unidos.

Segundo a Azul, cada empresa ficará com 8% das ações, tornando-se acionistas relevantes na nova estrutura societária da companhia. O investimento faz parte da saída da empresa do Chapter 11, mecanismo de recuperação judicial previsto na legislação norte-americana.

Com a nova estrutura, a Azul passará a funcionar como uma corporation, modelo em que o controle é pulverizado entre vários acionistas, sem um controlador único.


Nova fase após recuperação financeira

Durante coletiva de imprensa, o CEO da Azul, John Rodgerson, afirmou que a companhia entra em uma nova fase após anos de dificuldades financeiras.

Segundo ele, a empresa esteve em “modo de sobrevivência” nos últimos seis anos, mas agora pretende retomar investimentos e melhorar os serviços aos clientes.

O objetivo do aporte é reforçar a estrutura de capital da empresa, garantindo recursos para expansão das operações e execução do plano de reorganização.

Apesar da participação acionária, American Airlines e United Airlines não terão automaticamente assentos no conselho de administração, segundo a companhia.


Aportes podem chegar a US$ 300 milhões

Cada uma das companhias norte-americanas se comprometeu a investir US$ 100 milhões, totalizando os US$ 200 milhões anunciados.

Além disso, a Azul informou que firmou um acordo adicional de investimento de US$ 100 milhões com credores, o que pode elevar o volume total de recursos para US$ 300 milhões.

O aporte da United será feito dentro de uma oferta pública de ações já anunciada ao mercado, enquanto o investimento da American Airlines dependerá ainda de aprovação do órgão regulador brasileiro, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).


Parcerias estratégicas

A entrada das duas grandes companhias aéreas dos Estados Unidos fortalece as parcerias internacionais da Azul, especialmente em voos de conexão entre o Brasil e a América do Norte.

A expectativa da empresa é que os novos investimentos ajudem a recuperar competitividade no mercado aéreo e ampliar a oferta de rotas nos próximos anos.

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