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Derrota de Boulos mostra a queda-livre do PT e da Esquerda no Brasil: o povo cansou

Sempre destaco que eu não sou bolsonarista, nem extremista, nem Centro “ok”. Digo isso pelos julgamentos rasos que costumo receber. Mas, então, o que eu sou? Uma vigilante, como pede a democracia, dos governos e políticos. Cidadã totalmente combativa a corrupção, desmandos, equívocos e injustiças econômicas, apoio e financiamento de ditaduras e do ódio, principalmente o pior deles, o “ódio do bem”. Parece que, infelizmente, descrevi alguns dos pilares do governo Lula III na frase anterior.

O Brasil deu a resposta nestas Eleições 2024 para prefeitos e vereadores. Notadamente nas prefeituras, Centro-Direita e partidos alinhados com a Direita, ou desalinhados com a Esquerda, tiveram ampla vantagem, apesar de o PSD centrista de Kassab ter sido o grande vencedor do pleito nacional. É um movimento que afasta o Brasil dos discursos extremistas.

Porém, logo atrás do PSD temos PP, MDB, PL e outros partidos que não são identificados com a Esquerda conquistando o maior número de cidades do país. E, mesmo se falarmos em extremos, o PL de Bolsonaro elegeu prefeitos em mais que o dobro das cidades do PT de Lula (e seu PSOL, de seu aliado e suposto “novo Lula que não veio do povão” Boulos, não elegeu um único prefeito). Ainda, embora os direitistas mais radicais tenham tido um desempenho modesto no segundo turno, isso não ofusca tanto o fato de que, no primeiro, elegeram prefeitos em 501 cidades, o que revela o forte apelo que o ex-presidente ainda tem no país.

A derrocada da Esquerda no Brasil é inevitável, embora eles estejam tentando se fixar nas perdas de Bolsonaro e “pintar” um Boulos fortalecido junto com os partidos vermelhos. A derrota do psolista em São Paulo, centro nevrálgico do Brasil, com quase 20% de diferença para Nunes e menos votos que as abstenções, mostra isso. Ademais, os maiores institutos de pesquisa “erraram” feio nos votos de Ricardo Nunes para menos, e no número de abstenções na capital paulista, além de em outras pesquisas eleitorais em 2024 – esses equívocos geram desconfiança em DataFolha, Quaest, Atlas, Paraná Pesquisas etc.

Assim, Boulos e a Esquerda, principalmente o PT, saem das Eleições 2024 expondo um recorde de votos anti-Esquerda e refletindo seu declínio, apesar dos investimentos multimilionários de Lula na campanha do deputado, cuja avaliação no Ranking dos Políticos não é exatamente boa. O mapa do Brasil hoje tem pouquíssimos pontos vermelhos.

Brasileiros estão cansados de “sofrer”

Além do que já foi mencionado, os brasileiros estão claramente cansados do discurso sem prática, do “ódio do bem” e da ineficiência da Esquerda. Da exploração do povo, da corrupção nas mais de 400 estatais, nos 40 ministérios, dos luxos do “governo do povo” e do Judiciário mais extenso, poderoso e caro do planeta. Do STF invadindo alçadas que não são suas, agindo autocraticamente, censurando, eles que têm sido criticados e até vaiados no mundo inteiro. Seus voos tem de ser, ilegalmente, secretos pela FAB.

Os processos da Suprema Corte por abuso de poder têm sido retidos mediante “emendas secretas” e negociatas com Lira e Pacheco, respectivamente chefes da Câmara e Senado, e ainda a influência de Dias Toffoli no TSE. Os togas se blindam por acordos financeiros e partidários, por aparelhagem dos três poderes através de emendas, aliás, com a rendição do Centrão no Congresso. Apesar de que o Congresso, liderado por Lira, vem delineando um embate cada vez mais visível com o STF.

Bem, chega uma hora em que discursos inflamados e promessas cansam, mesmo alguns dos mais ardentes militantes da Esquerda. O povo cansa de só pagar, pagar, pagar e quase nada receber.

A ineficiência da Esquerda anti-ocidental no Brasil

A Esquerda chafurda em incongruências no Brasil. O “governo dos pobres” anda em avião de luxo e vai construir um maior e mais caro ainda, encomenda móveis de luxo ilegais no Alvorada, dorme em lençóis de puro linho egípcio, acumula gastos recordes nos cartões corporativos e viagens. Investe milhões em carros, voos, vestimentas e funcionários para um Judiciário ineficiente, soberbo e ameaçador. Por outro lado, o rombo de Lula III é de 1,1 trilhão, recorde histórico, e deve aumentar. O Brasil, o país mais endividado da América Latina pós-reforma tributária. Haddad parece “perdidinho”. Sinceramente, não demonstra nenhuma competência na Economia.

Para nós, reles povo, sobram o maior imposto sobre consumo do planeta e a segunda maior taxação sobre empresas do globo, perdendo em 1% para a ilha de Malta. Você acha que estou sendo “bolsonarista” ou parcial, ou mesmo delirante? Então você não sentiu a diferença ao ir a um supermercado, a um posto de gasolina, no iFood, na falência em dominó de empresas no Brasil. É um governo que suga muito do povo, de maneira cruel, e devolve muito pouco. E quer cada vez mais, sua “fome” é insaciável.

Quase tudo fica retido nesse retrógrado sistema de governo patrimonialista, cujo objetivo maior é inchar o Estado e inflá-lo com benesses, tornando-o cada vez mais inacessível à população e “se metendo” em tudo o que ela faz ou empreende. Sem falar nas intervenções exageradas e ilegais na Petrobras e em outras estatais, licitações dadas a corruptos notórios, condenados até em outros países, como os irmãos Batista e Odebrecht. É um sistema ultrapassado de Administração Pública, digno do início do século XX com as oligarquias e domínio de elites que suprimem o povo.

Tem gente que deixa de me seguir ou até me agride verbalmente quando trago essas informações estatísticas e factuais à tona. Se querem continuar acreditando em puro ódio à Esquerda de todos aqueles que não sustentam sua ideologia atualmente insípida, os vários casos de escândalos administrativos, soltura de bandidos por mera politicagem, perseguição política, censura, antissemitismo mesmo que velado, alianças com regimes totalitários como Venezuela, Rússia, China, Cuba, Nicarágua, Irã; se querem achar que tudo isso não basta para criticar o governo Lula III e a Esquerda brasileira, e que quem o faz é “minion”, “fascista”, alienado, então entendo, no meu direito, como fanatismo. Algo não baseado na realidade observável, mas em crenças extremistas e fora da realidade.

Preocupa-se, a Esquerda, com 1964 e ditaduras. Eles, um governo alegadamente comunista segundo Lula e Dino. Porém, não há ditaduras de Direita hoje no mundo, embora o discurso seja de alerta máximo contra o fascismo. Todos os regimes totalitários e sangrentos em 2024 são islâmicos ou comunistas, e quase todos chancelados, senão aliados, do governo Lula III. Como querem falar em democracia? Com censura e perseguição política, sob a “capa” de Fake News (muito difícil estas serem da Esquerda). E os atos autocráticos e politizados do STF e TSE? Censura, perda de imunidade parlamentar e perseguição política só são vistas em ditaduras. Vimos isso no Estado Novo em 1937 e em 1964.

A Esquerda “morre pela boca” e “se mata” pela falta de atitudes populares, pensando em seu projeto de poder, seja lá o que tiver de fazer para mantê-lo. É assim que nos parece, é o que temos observado. Quem ousa questionar, mesmo sendo deputado, como Marcel Van Hattem e outros, é investigado até pela Polícia Federal, STF e TSE. Que país é esse?

As urnas “problemáticas” questionadas

Devo mencionar ainda o incômodo das urnas brasileiras, chamadas pelo próprio Nicolás Maduro de inauditáveis, sem sequer voto impresso, sempre negado pelos governistas. Há alguns dias, um ministro do STF alegou que “o voto impresso não interessa a ninguém”. Até mesmo na Venezuela, em golpe que foi oficialmente aceito por Lula, no Foro de São Paulo, eles tinham atas – embora omitidas. Será que, daqui a alguns meses, serão reveladas ao povo como “ato democrático”, a exemplo do “evento” de liberação do código-fonte das urnas da votação de 2022, quase 1 ano após o pleito, por Alexandre de Moraes? Urnas estas que, pela inspeção de técnicos das Forças Armadas, apresentaram 81 vulnerabilidades. Solicitado a responder por isso, Xandão fez o que sabe: ignorar quando não lhe interessa, e ao governo atual.

Entre Lula, STF, TSE, Congresso e Senado, tudo chafurda no Brasil. A situação é mesmo abissal. E “negacionistas” são aqueles que negam isso. Saúde (sem vacinas para Covid e para dengue, mesmo na pior endemia dessa doença da história do país), Educação (corte abrupto de verbas), Economia (um caos absoluto), Moral (censura e perseguições à liberdade instituída pela Constituição Federal do Brasil e atos autocráticos e parciais), nada escapa. Parece que uma estrela que já brilhou, como no jingle “brilha uma estrela” do PT, está caindo. O Brasil e o futuro não suportam mais tantas omissões, ineficiência administrativa, hipocrisia e alienação. O povo começa a se desligar do que já foi um “sonho de um Brasil do povo”. Nunca esteve tão distante do povo, exceto nas ditaduras.

A transição SOMOS BRASIL

A sensação é de cansaço, mas, esperançosamente, de transição. Cresce o movimento SOMOS BRASIL. Queremos um Brasil que nunca houve, e um que até já existiu, com mais liberdade e mais promissor. Não queremos nos aliar a ditaduras anti-Ocidentais, não queremos ver ruir nosso dinheiro, não queremos discursos que põem a culpa sempre nos outros. Queremos um Brasil novo, e isso ficou bem claro nas Eleições que se encerraram no domingo, 27 de outubro de 2024. Grave bem essa data: o Brasil começa a mudar, do povo para cima como tem de ser em uma democracia de verdade.

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