O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) solicitou, nesta segunda-feira (9/12), uma série de medidas emergenciais contra a Jaguar Mining, mineradora responsável pelo colapso de uma pilha de rejeitos na mina Turmalina, em Conceição do Pará, no Centro-Oeste de Minas. O deslizamento ocorrido no sábado (7/12) soterrou sete estruturas, incluindo cinco casas, e forçou a evacuação de 134 pessoas. Além disso, 119 imóveis foram interditados devido ao risco de novos deslizamentos.
A ação civil pública do MPMG pede o bloqueio de R$ 200 milhões nas contas da mineradora, a suspensão de todas as operações na mina e a elaboração de um plano de segurança para a comunidade local. A Justiça ainda deve decidir sobre o pedido para que a mineradora forneça auxílio emergencial de R$ 10 mil para cada família evacuada e continue com o suporte, incluindo hospedagem, alimentação, e transporte, enquanto as famílias estiverem fora de suas casas.
A Agência Nacional de Mineração (ANM) já havia suspendido as atividades na mina desde o sábado e solicitado uma fiscalização rigorosa sobre as condições de segurança. O Corpo de Bombeiros, junto a outras autoridades, mantém a vigilância sobre a área, e a previsão de chuvas a partir de terça-feira (10/12) pode agravar o risco de novos deslizamentos.
Por sua parte, a Jaguar Mining afirmou que criou um Comando Unificado de Operações para mitigar os impactos do desastre, envolvendo autoridades e representantes da prefeitura. A mineradora também informou que os moradores afetados estão sendo hospedados em hotéis e que o acompanhamento da saúde e segurança dos animais foi providenciado.
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