Hospitais filantrópicos que respondem por mais de 70% da alta complexidade em Belo Horizonte alertam para uma situação crítica causada pelo atraso nos repasses de recursos. Segundo a Federação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos de Minas Gerais (Federassantas), o endividamento das unidades pode chegar a R$ 148 milhões até sexta-feira (30), valor superior ao acordo firmado com a prefeitura, que prevê o pagamento de R$ 115 milhões até o fim de fevereiro.
A crise já provoca falta de insumos, atraso em internações e risco de paralisação de serviços essenciais. No Hospital São Francisco, a linha vermelha da emergência — responsável pelo atendimento de casos graves como infartos — pode ser interrompida em três dias, o que, segundo a direção, pode resultar em até duas mortes evitáveis por dia.
A situação também é grave na Santa Casa BH, que acumula dívida de R$ 36 milhões e pode suspender cirurgias de alta complexidade, e na Maternidade Sofia Feldman, responsável por 40% dos partos do SUS na capital, que enfrenta falta de medicamentos e risco de paralisação das internações.
Enquanto hospitais afirmam receber menos da metade do valor mensal devido, a Prefeitura de Belo Horizonte diz estar honrando o acordo. Governo de Minas e Ministério da Saúde informam que os repasses estadual e federal estão em dia, aumentando o impasse sobre a origem do déficit que ameaça a assistência hospitalar na capital.
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