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Eduardo Cunha defende anistia aos atos de 8 de janeiro e responsabiliza Lula por acampamentos em Brasília

Ex-presidente da Câmara chama manifestantes de “baderneiros”, diz ter dúvidas sobre o episódio e critica omissão do governo federal

O ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (Republicanos-RJ) afirmou ser favorável à anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023 e atribuiu ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a responsabilidade pela permanência dos acampamentos golpistas em frente a quartéis. As declarações foram dadas em entrevista exclusiva ao Estado de Minas, nesta segunda-feira (9).

Apesar de classificar os participantes das manifestações como “um bando de baderneiros absolutamente malucos”, Cunha disse ter dúvidas sobre o que de fato ocorreu e defendeu a concessão de anistia aos envolvidos. Para ele, o erro central do governo foi permitir que os acampamentos permanecessem por dias, criando ambiente propício para a escalada dos atos que culminaram na invasão das sedes dos Três Poderes, em Brasília.

“Se eu fosse presidente da República assumindo o cargo no dia 1º de janeiro, aquele acampamento não ficaria na frente de um quartel do Exército por sete dias. Eu tirava no mesmo dia, na mesma noite. Eu não ia permitir um acampamento golpista”, afirmou.

Segundo Cunha, a desmobilização poderia ter sido feita sem confronto direto. Ele citou medidas administrativas como interrupção de serviços e controle de acesso à área.

“Você tira energia, impede a passagem, impede a entrada e a saída. Quem sai não volta, corta o fornecimento de água, de comida, de luz e acabou. Em três dias, acabava”, declarou, acrescentando que, na avaliação dele, “em 48 horas acabava o acampamento”.

Relação com Lula e Bolsonaro

Questionado sobre sua relação com o presidente Lula e com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Eduardo Cunha afirmou que manteve uma boa convivência institucional com Bolsonaro durante o período em que ambos atuaram na Câmara dos Deputados.

“Eu convivi bastante com ele na Câmara, tinha uma boa relação com ele. Até mesmo ele como presidente e depois que saiu da Presidência. Não tinha intimidade, mas tinha uma boa relação”, disse.

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