De acordo com o relatório sobre a dívida global 2025, divulgado nesta quinta-feira (28) pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), os mercados de dívida atingiram recordes nos últimos anos, mas, apesar de sua importância na recuperação econômica pós-pandemia de COVID-19 e após a crise financeira de 2008, os recursos captados não foram direcionados a investimentos de longo prazo. Em vez disso, grande parte das emissões foram utilizadas para a rolagem de outras operações financeiras, como refinanciamentos e pagamentos aos acionistas.
O estudo revela que, para financiar o crescimento de longo prazo, as emissões soberanas serão necessárias, e as empresas precisam ser incentivadas a priorizar investimentos que aumentem a produtividade. A transição energética, segundo a OCDE, também deve ser incluída nesse contexto.
Entre os números destacados no relatório, a emissão de títulos soberanos deve atingir um recorde de US$ 17 trilhões em 2025, superando os US$ 16 trilhões captados no ano passado e os US$ 14 trilhões de 2023. Nos países emergentes, o volume de captação passou de US$ 1 trilhão em 2007 para mais de US$ 3 trilhões no ano passado, com o estoque de dívida desses emissores triplicando desde 2007 para quase US$ 12 trilhões em 2024.
O mercado de dívida corporativa também viu crescimento, com US$ 12,9 trilhões em emissões entre 2009 e 2023, valor superior ao investimento das empresas, que foi de US$ 8,4 trilhões. Contudo, a OCDE observa que grande parte dessas captações foi voltada para operações financeiras e não para investimentos produtivos.
O estudo também destaca que 42% da dívida soberana total e 38% da dívida corporativa devem vencer nos próximos três anos, o que, aliado a juros mais altos, aumenta os custos de pagamento. Isso tem levado os países a enfrentarem um aumento nas despesas com juros, que superam os gastos com defesa em alguns países.
Por fim, a OCDE ressalta que, diante da crescente demanda por prudência fiscal e reformas estruturais, será fundamental que tanto os governos quanto as empresas utilizem os mercados de dívida de forma estratégica para garantir a sustentabilidade a longo prazo, além de acelerar o desenvolvimento dos mercados de capitais, especialmente nos mercados emergentes, para financiar a transição climática.
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