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Castro articula para que o Comando Vermelho seja classificado como organização terrorista pelos EUA — governo federal resiste


O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), está liderando uma articulação internacional, com apoio de outros governadores, para que os Estados Unidos incluam o Comando Vermelho (CV) na lista de Organizações Terroristas Estrangeiras (FTOs). A iniciativa, em curso há cerca de seis meses, visa abrir caminho a sanções econômicas e cooperação internacional ampliada no combate ao crime organizado.

Segundo relatório reservado enviado pela administração fluminense à Embaixada dos EUA, o CV é descrito como “sofisticado, transnacional e brutal”, e a classificação como terrorista permitiria bloqueio de ativos, extradições e envolvimento direto de organismos como a Interpol, a DEA (Agência Antidrogas dos EUA), o FBI e mecanismos da Nações Unidas.

🎯 Objetivos da manobra

  • Fortalecer o combate internacional às redes do Comando Vermelho que operam fora do Brasil, inclusive com lavagem de dinheiro, tráfico de armas e parcerias com facções estrangeiras.
  • Permitir que os EUA apliquem sanções semelhantes às usadas contra cartéis como o Los Zetas (México) e o Tren de Aragua (Venezuela).

🛑 Resistência do governo federal

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva vê a iniciativa com cautela. Técnicos da área econômica e da segurança pública avaliam que classificar facções como terroristas pode gerar “contaminação” de instituições financeiras brasileiras, risco de exclusão de bancos de redes internacionais como a SWIFT, e aumentar a vulnerabilidade diplomática do país. A legislação brasileira sobre terrorismo — a Lei Antiterrorismo (2016) — exige motivações político-ideológicas, o que torna o enquadramento de facções puramente criminosas mais complexo.

🧭 O debate jurídico em foco

Especialistas afirmam que enquanto facções como o CV exibem estrutura similar à de cartéis internacionais — tráfico, fronteiras, lavagem de dinheiro — sob a ótica jurídica brasileira ainda são tratadas como organizações criminosas, não terroristas. A distinção central recai sobre a motivação do grupo: crimes econômicos versus crimes de conteúdo ideológico/político ou terrorista.

🤝 Apoio de governadores

Governadores de direita como Tarcísio de Freitas (São Paulo) têm defendido não só a inclusão do CV como terrorista, mas também um endurecimento legislativo no Brasil que reconheça o crime organizado como terrorismo. “Não há país forte quando o crime organizado está governando”, declarou Tarcísio em videoconferência com colegas de outros estados.

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