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Briga em festa de casamento de comunidade cigana termina com dois mortos em Barbacena

Na noite de sexta-feira (4), uma confraternização de casamento de membros da comunidade cigana em Barbacena, região Central de Minas Gerais, resultou em tragédia. Dois homens, de 28 e 37 anos, foram mortos a tiros durante uma briga generalizada no evento, que ocorria em um estabelecimento na rodovia MGC-265.​

Testemunhas relataram que, por volta das 18h, enquanto aproveitavam a festa, ouviram sons semelhantes a fogos de artifício. Ao saírem para verificar, depararam-se com uma confusão envolvendo várias pessoas e perceberam que os estampidos eram, na verdade, disparos de arma de fogo. As duas vítimas foram atingidas e caíram ao solo. Elas foram socorridas e encaminhadas ao Hospital Regional de Barbacena, mas não resistiram aos ferimentos.​

Até o momento, ninguém soube informar quem efetuou os disparos. Uma testemunha mencionou que um dos homens mortos tinha o hábito de causar brigas e disparar tiros. A Polícia Militar foi acionada e está investigando o caso para identificar os responsáveis e esclarecer as circunstâncias do ocorrido.​

Incidentes semelhantes em outras regiões

Conflitos em eventos de comunidades ciganas não são casos isolados. Em novembro de 2024, uma festa em Vitória da Conquista, na Bahia, terminou com dois mortos e um ferido após uma briga entre membros da comunidade. O incidente ocorreu em uma chácara na zona rural, e o suspeito fugiu após os disparos. ​

Em setembro de 2020, um tiroteio durante uma festa de ciganos em Borda da Mata, no Sul de Minas, resultou na morte de um homem e deixou uma mulher ferida. A Polícia Militar relatou que o crime ocorreu após uma discussão, e os autores fugiram do local. ​

Esses episódios ressaltam a necessidade de medidas preventivas e de segurança em eventos comunitários para evitar que celebrações terminem em tragédias.

Os filhos de Zezé e Alfa, que ajudaram no bar desde a infância, continuam a história da família. Bruno, um dos filhos, ainda está presente no dia a dia da casa, honrando o legado dos pais. Quando perguntado sobre o futuro do Bar do Zezé, Zezé, com seu jeito simples e sábio, afirma: “A gente não pode prever nada pra frente, a gente tem que viver o dia de hoje, amanhã é outra coisa. Enquanto tiver saúde, estarei aqui.”

O Bar do Zezé segue sendo um símbolo da tradição e da boemia de Belo Horizonte, oferecendo não apenas boa comida, mas também um espaço acolhedor onde amigos e famílias podem se reunir para celebrar a vida e a amizade.

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