O Zoológico de Belo Horizonte está de luto. Morreu na tarde desta quinta-feira (26) o elefante-africano Jamba, um dos moradores mais icônicos do local. O animal tinha 29 anos e vinha sendo tratado há meses por uma inflamação no membro anterior direito, que se agravou nas últimas semanas e comprometeu sua locomoção. Apesar do esforço conjunto de especialistas brasileiros e estrangeiros, Jamba não resistiu.
De acordo com a Fundação de Parques Municipais e Zoobotânica (FPMZB), Jamba vinha recebendo cuidados intensivos de veterinários da própria fundação, da Escola de Veterinária da UFMG e do Zoológico do Oregon, nos Estados Unidos. Nas últimas três semanas, seu estado clínico piorou sensivelmente, levando ao óbito nesta quinta-feira.
O corpo do animal será encaminhado ao Museu de História Natural da PUC Minas, onde será realizada necropsia para esclarecer a causa exata da morte.
De Etosha para Belo Horizonte
Nascido em 1996, no Parque Nacional de Etosha, na Namíbia, Jamba chegou ao Zoológico de Belo Horizonte em 1998, ainda filhote, com cerca de dois anos de idade. Ao longo de quase três décadas, se tornou um dos grandes símbolos do zoológico, querido por visitantes, especialmente crianças, pela imponência e comportamento calmo.
Sua morte ocorre menos de três anos após a perda da elefanta Baré, que morreu em outubro de 2021, aos 46 anos, vítima de infecção generalizada.
Axé, agora sozinha
Com a morte de Jamba, o Zoológico de Belo Horizonte passa a contar com apenas uma elefanta-africana: Axé, nascida em 1987 e famosa por ter sido o primeiro elefante-africano a nascer na América Latina sob cuidados humanos. Outro elefante, Chocolate, também nasceu na unidade, mas foi transferido posteriormente para o Zoológico de Brasília.
A FPMZB ainda não divulgou planos sobre o futuro da elefanta Axé ou a possibilidade de novos animais chegarem para compor o plantel da espécie em Belo Horizonte.
A notícia abalou frequentadores e profissionais ligados ao zoológico, muitos dos quais acompanharam Jamba desde a infância. Nas redes sociais, frequentadores compartilharam fotos antigas e mensagens de carinho pelo elefante que, por tantos anos, encantou gerações na capital mineira.
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