O governo dos Estados Unidos cancelou os vistos de entrada de diversas autoridades brasileiras, em decisão anunciada na noite desta sexta-feira (18) pelo secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, um dos principais aliados do presidente Donald Trump. A medida atinge figuras próximas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e ocorre em meio ao agravamento da crise política e institucional entre os poderes no Brasil.
Entre os atingidos estão o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, e o ex-presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Segundo Rubio, os alvos da sanção americana são “estrangeiros responsáveis por promover ou permitir censura à liberdade de expressão”, direito protegido pela Constituição dos EUA.
Lista inclui ministros do STF, PGR e diretores da PF
Ao todo, oito dos onze ministros do STF tiveram os vistos revogados, com exceção de Luiz Fux, Nunes Marques, Carmen Lúcia e André Mendonça. Também estão na lista o procurador-geral da República, Paulo Gonet, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e o delegado Fábio Schor, responsável por conduzir inquéritos contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A medida foi anunciada no mesmo dia em que Alexandre de Moraes impôs restrições severas a Bolsonaro, incluindo uso de tornozeleira eletrônica, recolhimento noturno, suspensão de redes sociais e proibição de contato com diplomatas. A operação provocou forte reação da ala conservadora dos EUA, incluindo Trump, que declarou em rede social: “Este julgamento precisa parar imediatamente.”
Impactos diplomáticos
A decisão representa uma escalada sem precedentes na tensão diplomática entre Washington e Brasília, especialmente após os embates entre Lula e Trump sobre soberania, censura e independência institucional. Nos bastidores, diplomatas brasileiros temem sanções econômicas e maior isolamento em agendas bilaterais, como o acordo sobre aço e exportações agrícolas.
A chancelaria brasileira ainda não se pronunciou oficialmente sobre a retaliação, mas fontes do Itamaraty indicam que o Planalto deve classificar a medida como “ingerência externa indevida”.
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