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Dívida total de Minas Gerais atinge R$ 196 bilhões; União concentra quase 88% do débito

A dívida total de Minas Gerais atingiu R$ 196,16 bilhões em agosto de 2025, segundo o Boletim Estadual da Dívida, divulgado pela Secretaria de Estado da Fazenda (SEF-MG). Desse montante, R$ 172 bilhões correspondem a débitos com a União, representando 87,69% do total, e que o governo estadual busca renegociar por meio do Programa de Pleno Pagamento das Dívidas dos Estados (Propag).

Desde dezembro de 2019, quando o débito total era de R$ 123,36 bilhões, a dívida do estado cresceu 59%, enquanto os débitos com a União aumentaram 83%, saindo de R$ 93,96 bilhões para o valor atual.

Pagamentos realizados

O governo de Minas retomou os pagamentos à União em julho de 2022, após suspensão iniciada em 2018, no governo de Fernando Pimentel (PT), devido a uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF). Desde então, já foram quitados R$ 11,14 bilhões até agosto de 2025. Somente neste ano, foram pagos R$ 3,71 bilhões. Em setembro, o estado realizou a décima segunda parcela do ano, de R$ 426,6 milhões, que será registrada no boletim de setembro.

Atualmente, os pagamentos seguem as regras do Regime de Recuperação Fiscal (RRF), mas Minas tenta migrar a dívida para o Propag, com condições consideradas mais vantajosas. Desde janeiro de 2019, quando Romeu Zema assumiu seu primeiro mandato, o governo estadual já quitou R$ 11,57 bilhões junto à União.

Estrutura da dívida

Além do débito com a União, Minas Gerais possui obrigações financeiras com bancos internacionais, Banco do Brasil, INSS, Instituto de Previdência dos Servidores Militares (IPSM) e depósitos judiciais. O detalhamento percentual da dívida é o seguinte:

  • União: 87,69%
  • Banco do Brasil: 3,03%
  • Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (Bird): 3,03%
  • Depósitos judiciais: 2,43%
  • Credit Suisse: 1,05%
  • INSS: 0,59%
  • BNDES: 0,54%
  • IPSM: 0,56%
  • Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD): 0,48%
  • Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID): 0,30%
  • Outros credores: 0,28%

O boletim detalha ainda que a maior parte do crescimento da dívida vem da parcela federal, refletindo a necessidade de renegociação para evitar aumento do endividamento e preservar a capacidade de investimento do estado.

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