17.9 C
Belo Horizonte
InícioGeralAssembleia de Minas inicia análise de PEC que elimina referendo popular para...

Assembleia de Minas inicia análise de PEC que elimina referendo popular para privatização de estatais

A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) deu início nesta sexta-feira (13) à tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) enviada pelo governador Romeu Zema (Novo) que revoga a obrigatoriedade de referendo popular para a privatização de estatais, como Cemig e Copasa.

A análise do texto começou em reunião extraordinária da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), marcada para as 10h30. A medida também altera o quórum necessário para aprovação de desestatizações, reduzindo de 3/5 (48 votos) para maioria simples entre os presentes (mínimo de 20 votos, caso haja 39 deputados na sessão).

📌 O que está em jogo?
A proposta integra o pacote de medidas do governo estadual para viabilizar a adesão de Minas ao Programa de Pleno Pagamento da Dívida dos Estados com a União (Propag), novo modelo de renegociação das dívidas estaduais criado pelo governo federal.

🔄 Entenda o contexto

O início da tramitação ocorre em meio a um conflito político entre o Palácio Tiradentes e a cúpula da Assembleia. Na última terça (10), o presidente da ALMG, Tadeu Martins Leite (MDB), o Tadeuzinho, respondeu às críticas do vice-governador Mateus Simões (Novo), que pressionava pela votação imediata das privatizações de Cemig e Copasa.

Tadeuzinho defendeu que a discussão sobre o fim do referendo precisa ocorrer antes de qualquer projeto de desestatização ser votado em plenário. A PEC é, portanto, um movimento estratégico do governo Zema para abrir caminho jurídico e político à venda de ativos estatais.


🔍 O que a PEC propõe:

  • Revogação da exigência de referendo popular para venda de estatais;
  • Redução do quórum legislativo necessário para aprovar privatizações (de 48 para maioria simples);
  • Alterações nos artigos da Constituição do Estado de Minas Gerais que garantem maior controle popular sobre o destino de empresas públicas.

⚖️ E agora?

Após a análise na CCJ, a PEC precisa ser aprovada em dois turnos no plenário da ALMG. Apesar do apoio da base governista, a proposta enfrenta resistência da oposição, de sindicatos e de movimentos sociais, que consideram o fim do referendo uma retirada de direito da população mineira de decidir sobre o patrimônio público.

A matéria promete acirrar ainda mais o debate político em Minas, especialmente diante da aproximação das eleições de 2026 e da polarização entre os blocos governistas e o grupo ligado ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD).

Leia mais: Assembleia de Minas inicia análise de PEC que elimina referendo popular para privatização de estatais

Acidente Assassinato Belo Horizonte Betim BR-040 BR-251 BR-262 BR-365 BR-381 Contagem Corpo de Bombeiros Crime Cruzeiro Divinópolis Governador Valadares Grande BH Ibirité Ipatinga Itabira João Monlevade Juiz de Fora Lula Minas Gerais Montes Claros Nova Lima Patos de Minas Polícia Civil Polícia Federal Polícia Militar Polícia Militar Rodoviária Polícia Rodoviária Federal Pouso Alegre Previsão do Tempo Ribeirão das Neves Sabará Samu Santa Luzia Sete Lagoas Triângulo Mineiro Tráfico Uberaba Uberlândia Vale do Rio Doce Vespasiano Zona da Mata mineira



CLIQUE NO BANNER E ENTRE PRO NOSSO GRUPO


Para comentar as reportagens acesse; https://www.facebook.com/BHaovivoNews/ , https://x.com/Bhaovivonews e/ou https://www.threads.net/@bhaovivonews

 

RELACIONADOS

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui