A Prefeitura de Belo Horizonte encaminhou à Câmara Municipal, nesta quarta-feira (30), um projeto de lei que propõe uma ampla reforma administrativa no governo municipal. Entre as mudanças, destacam-se a criação de quatro novas secretarias e uma nova administração regional dedicada ao hipercentro da cidade, além da abertura de centenas de novos cargos. A estimativa é de que o custo da reforma chegue a R$ 49,9 milhões anuais.
Entre as secretarias propostas estão a de Segurança Alimentar e Nutricional, Mobilidade Urbana, Administração Logística e Patrimonial, e a Secretaria-Geral, que substituiria o gabinete do prefeito. A nova regional do hipercentro, se aprovada, elevará para dez o total de regiões administrativas na capital.
O prefeito Fuad Noman (PSD) explicou que a reforma visa dar maior flexibilidade à gestão municipal e reforçar a estrutura administrativa para enfrentar os desafios locais, como o combate à fome e a mobilidade urbana. “Estamos criando algumas secretarias e cargos para dimensionar melhor a atuação da prefeitura e atender a cidade de forma mais eficaz”, declarou.
Entre as novas vagas estão 141 cargos de direção e 380 cargos de gestão administrativa e financeira para a rede escolar. O projeto ainda prevê a criação de conselhos municipais, como o de Direitos da Pessoa com Deficiência e o Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico e Social.
A expectativa é que o projeto seja votado até o fim do ano, permitindo que a nova estrutura esteja operante no início de 2025.
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