Moradores do bairro Floresta, na Região Leste de Belo Horizonte, voltaram a denunciar cenas de sexo coletivo na passarela da Rua Januária, que liga o bairro ao Centro da capital. Os episódios teriam ocorrido durante as madrugadas do Carnaval, reunindo dezenas de pessoas e provocando indignação entre quem vive e trabalha na região.
Segundo relatos, as práticas começavam por volta das 21h e seguiam até altas horas. Em uma das noites, entre sábado (14) e domingo (15), mais de 30 pessoas teriam participado dos atos. Moradores afirmam que a situação gerou medo, constrangimento e insegurança, principalmente para quem precisa atravessar o local à noite.
Vídeos gravados por testemunhas circularam em redes sociais e foram encaminhados à imprensa. As imagens, consideradas impublicáveis, mostram participantes praticando sexo explícito na estrutura, que alguns moradores passaram a chamar de “passarela do sexo”.
Comparação com caso no Rio
O episódio em BH lembra o chamado “Surubão do Arpoador”, registrado na virada de 2024 para 2025, quando um grupo foi flagrado praticando sexo coletivo na Pedra do Arpoador, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Na ocasião, a Polícia Civil do Rio de Janeiro abriu investigação, mas o inquérito foi arquivado por falta de identificação dos envolvidos.
Dogging e cruising
Especialistas explicam que a prática de manter relações sexuais em locais públicos com possibilidade de observadores é conhecida como dogging, termo que surgiu na década de 1970 na Inglaterra. Inicialmente associado ao cruising — prática de encontros casuais entre homens, especialmente no meio gay — o conceito de dogging passou a abranger pessoas de diferentes orientações e gêneros, geralmente envolvendo desconhecidos e exibicionismo.
Dogging é um neologismo para o exibicionismo de transar em público. Já cruising, de maneira geral, está ligado à pegação entre homens gays.
O que diz a lei
De acordo com o artigo 233 do Código Penal Brasileiro, praticar ato obsceno em lugar público, aberto ou exposto ao público é crime, com pena prevista de detenção de três meses a um ano ou multa.
A pena é de detenção de 3 meses a 1 ano ou multa.
A situação pode se agravar caso haja presença de menores.
Segurança reforçada
A Polícia Militar de Minas Gerais foi acionada por moradores e prometeu reforçar o policiamento na região. Já a Guarda Civil Municipal de Belo Horizonte informou que intensificará a presença de agentes, especialmente durante a dispersão dos blocos de Carnaval.
Na noite seguinte ao reforço policial, viaturas foram vistas na passarela e, segundo moradores, o local permaneceu vazio.
Cobrança por fiscalização permanente
Moradores do Floresta defendem presença constante das forças de segurança, especialmente em períodos de grande circulação, como o Carnaval. Eles afirmam que, além das cenas registradas, a passarela já era apontada como ponto de consumo de drogas e pedem ações permanentes para garantir tranquilidade e segurança na região.
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