Em audiência realizada nesta quarta-feira (24) na Câmara dos Deputados, o perito Eduardo Tagliaferro, ex-assessor do ministro Alexandre de Moraes no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), afirmou que, durante a presidência de Moraes na Corte (2022-2024), foi montado um “mutirão de perseguição à direita”. Segundo Tagliaferro, servidores e integrantes de comissões internas do TSE monitoravam e derrubavam perfis conservadores em redes sociais por orientação direta do ministro. Ele relatou que os pedidos de remoção eram feitos em reuniões com empresas de redes sociais e softwares de comunicação, com cobranças de celeridade e ameaças de fechamento das plataformas caso não fossem atendidos.
A Procuradoria-Geral de Justiça de São Paulo denunciou Tagliaferro por peculato e organização criminosa, acusando-o de participar de um esquema para desviar valores de heranças e bens de idosos incapazes. A defesa de Tagliaferro nega as acusações e afirma que a denúncia pode representar retaliação por suas declarações contra Moraes no Congresso.
Essas denúncias adicionam um novo capítulo às investigações sobre supostas irregularidades atribuídas ao ministro Alexandre de Moraes, levantando questionamentos sobre a lisura de decisões que impactaram a liberdade de expressão e o processo eleitoral no Brasil.
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