O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou o governo do Irã de ter matado cerca de 32 mil manifestantes durante protestos antigovernamentais ocorridos nos últimos dois meses. A declaração foi feita na noite de terça-feira (24), durante discurso transmitido em rede nacional ao Congresso norte-americano.
Segundo Trump, as manifestações contra o regime iraniano foram reprimidas com extrema violência. “Eles atiraram neles e os enforcaram”, afirmou o presidente, ao comentar a resposta das autoridades iranianas aos protestos populares.
Ameaça militar e envio de forças
Durante o pronunciamento, Trump também indicou que os Estados Unidos poderão realizar uma ofensiva militar caso Teerã não aceite negociar um novo acordo nuclear considerado aceitável por Washington.
O presidente norte-americano anunciou o envio de reforços militares à região, incluindo o porta-aviões USS Abraham Lincoln e caças Lockheed Martin F-35 Lightning II. Segundo ele, a mobilização faz parte de uma estratégia para pressionar o regime iraniano.
Trump já havia advertido anteriormente que os EUA responderiam com “força total” a qualquer repressão violenta contra manifestantes, afirmando que o país está “pronto e armado”.
Governo iraniano reage
Autoridades iranianas reagiram rapidamente às declarações. O ministro das Relações Exteriores, Abbas Araghchi, afirmou que o país não negociará sob pressão externa e que o diálogo só será possível sem ameaças.
Segundo ele, as Forças Armadas iranianas estão preparadas para responder a qualquer ataque com rapidez. O conselheiro do líder supremo Ali Shamkhani declarou que uma eventual ofensiva americana seria considerada o início de uma guerra.
O governo de Teerã também rejeitou as acusações sobre a repressão aos protestos e o programa nuclear. O porta-voz iraniano Esmaeil Baqaei classificou as declarações de Trump como “grandes mentiras”.
Escalada de tensão
A tensão entre Washington e Teerã aumentou após manifestações iniciadas no começo de janeiro, motivadas principalmente pela inflação e pela crise econômica no país.
Organizações de direitos humanos relataram repressão policial, bloqueios de internet e milhares de vítimas durante os protestos. Enquanto essas entidades estimam mais de 5 mil mortos, Trump elevou o número para cerca de 32 mil.
O governo iraniano nega as acusações e afirma que não pretende desenvolver armas nucleares, mantendo a posição de que seu programa atômico tem fins exclusivamente pacíficos.
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