O vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões (Novo), assumiu o protagonismo nas negociações do estado com a União para reestruturação da dívida de R$ 170 bilhões. Modelo escolhido? O Programa de Pleno Pagamento das Dívidas dos Estados (Propag), previsto para diluir esse passivo em até 30 anos.
O Propag oferece duas vantagens principais: manter parcelas anuais de cerca de R$ 6 bi e reduzir a taxa de juros de IPCA+4 % para IPCA+2 %. No entanto, para obter esse desconto, Minas precisa transferir ao menos 20% dos ativos estaduais (estimados em R$ 34 bi) ao governo federal.
🏛️ Federalização polêmica: estatais e imóveis
O Estado apresentou uma lista com 343 imóveis e a proposta de federalização de estatais como Cemig, Copasa, Codemig e Codemge — o que inclui escolas, hospitais, sede administrativa e até a UEMG.
A ala da oposição vê isso como “salvados valiosos com desconto”, acusando o governo de entrega ou privatização às pressas .
⚠️ “Estamos sendo roubados pelo Governo Federal”
Em entrevista ao EM, Simões afirmou que os juros e a exigência de repasse de ativos configuram um “roubo” contra Minas, promovido pelo presidente Lula e deputados petistas.
Ele acusou o governo federal de promover uma “violência pública” ao impor perda de patrimônio estadual em nome de um programa que ele classifica como “oportuno, mas carregado de dor”.
🐢 Empecilhos técnicos: BNDES fora do prazo
Além da controvérsia política, há desafios práticos. O BNDES informou que não terá condições de avaliar os ativos dentro do prazo exigido (até 30 de outubro), levando Simões a propor um “valor de referência preliminar” para viabilizar o processo.
Com as eleições de 2026 no radar, o vice-governador alega que o tema “não será foco da campanha”. Mas ele aponta que quem o criou — Rodrigo Pacheco (PSD-MG) — poderá tentar se beneficiar politicamente de uma adesão que pode ser vista como “vitória de sua paternidade política”.
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