Especialista em direito internacional aponta para a possibilidade de buscar reparação de danos fora do país após a tragédia de Mariana, enquanto o Ministério Público Estadual pressiona a Vale a remover rejeitos do Rio Doce.
Durante um debate público na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), um especialista em direito internacional levantou a questão de buscar uma abordagem global na repactuação dos danos decorrentes da tragédia de Mariana. Isso sugere que, além das medidas tomadas dentro do país, pode ser viável buscar soluções e reparação em nível internacional.
Enquanto isso, o Ministério Público Estadual está firmemente empenhado em garantir a responsabilização e ações corretivas por parte da Vale, empresa envolvida na tragédia. Uma das demandas do MP é que a Vale remova os rejeitos ainda presentes no Rio Doce, como parte dos esforços para mitigar os danos ambientais causados pelo rompimento da barragem.




