O Centro de Belo Horizonte vive um preocupante ressurgimento de um tipo de crime que parecia ter ficado para trás: o roubo de correntes de ouro, praticado pelas temidas “gangues da correntinha”. Grupos especializados têm aterrorizado pedestres na região, que agora se veem novamente em alerta ao circular pela área.
Nos anos 1990 e início dos anos 2000, os alertas sobre o perigo de usar joias na área central eram constantes. Após um período de calmaria, o crime reaparece com força total, gerando relatos de vítimas em série. Nesta terça-feira (20), a ousadia dos criminosos foi comprovada quando uma mulher teve seu colar furtado em plena luz do dia, enquanto almoçava na área externa de um restaurante na Avenida João Pinheiro, no coração da cidade.
Os testemunhos das vítimas revelam a rapidez e o impacto psicológico desses ataques. Elci Souza Silva Rodrigues, uma das pessoas que teve sua corrente arrancada, relata: “Quando a gente estava andando, veio um trombadinha, puxou a corrente e saiu correndo. Minha filha começou a passar mal, ninguém ajudou. Eles são de uma rapidez imensa”. A artesã Bruna Carolina Lopes compartilha uma experiência ainda mais preocupante: “Já fui vítima duas vezes. É assustador, porque a gente fica sem reação. É muito rápido, eles pegam e saem correndo”.
Resposta da Polícia Militar e Alerta à População
Diante do aumento dos casos, a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) intensificou as ações de combate. O Capitão Rafael Veríssimo, porta-voz da PMMG, destaca os esforços: “Somente neste ano de 2025, a Polícia Militar já efetivou 1.585 prisões em flagrante de autores de furto em Belo Horizonte”. Comparando os primeiros meses de 2024 e 2025, houve um aumento de 12% nos registros de prisões e apreensões pelo crime de receptação, o que indica uma maior atuação contra a rede que alimenta esses roubos.
A PM tem trabalhado para desarticular diversas quadrilhas nas últimas semanas e orienta a população a manter a vigilância. Em caso de ocorrência, a recomendação é acionar imediatamente o 190 ou procurar uma base móvel ou batalhão mais próximo. A rápida comunicação com as autoridades é considerada essencial para auxiliar no combate a essa onda de crimes que voltou a assolar a capital mineira, especialmente em áreas de grande circulação de pessoas como o Centro.
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