Um policial civil de Ubá, na Zona da Mata mineira, foi preso preventivamente nesta sexta-feira (30/5), acusado de envolvimento em um extenso esquema de corrupção. Ele foi denunciado pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) por 272 crimes de corrupção passiva relacionados à prestação clandestina de serviços de segurança privada — utilizando, para isso, a estrutura da própria Polícia Civil.
Segundo o MPMG, o policial prestava serviços como escoltas armadas, intervenções em ocorrências policiais e até mesmo ameaças a desafetos dos clientes, tudo isso usando viaturas oficiais, armamentos da corporação e acesso a sistemas restritos da Polícia Civil. Ele é investigado por solicitar e receber vantagens indevidas em dinheiro, transformando sua função pública em um instrumento para fins particulares.
Operação “Segurança Máxima IV”
A prisão faz parte da Operação Segurança Máxima IV, deflagrada para investigar uma série de crimes como corrupção, peculato, lavagem de dinheiro, constituição de milícia privada, falsidade ideológica, organização criminosa e crimes tributários.
Durante as fases anteriores da operação, os investigadores já haviam apreendido veículos de luxo, armas de fogo e até uma aeronave pertencente ao grupo investigado, indicando que o esquema movimentava cifras milionárias.
“Ele atuava como se fosse dono de uma empresa de segurança privada, mas com o poder e os recursos do Estado. Há fortes indícios de milícia privada e uso sistemático da estrutura pública para interesses ilícitos”, disse uma fonte ligada às investigações, sob sigilo.
Segurança pública em xeque
O caso levanta preocupações sobre a integridade das instituições de segurança pública, especialmente em um cenário em que a confiança da população em agentes do Estado é essencial. O uso indevido de recursos públicos — incluindo armamentos e viaturas — para a realização de serviços privados não autorizados evidencia uma grave violação ética e funcional.
O policial preso permanecerá à disposição da Justiça enquanto o inquérito continua. A corregedoria da Polícia Civil acompanha o caso, e o MPMG reforçou que mais denúncias podem surgir com o avanço das investigações.
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