A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (10/7) a Operação Pecunia Ficta para combater uma organização criminosa responsável pela distribuição de cédulas falsas em vários estados brasileiros. As ações aconteceram na Bahia e em Minas Gerais, onde foram cumpridos mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal. A investigação teve início em Rondônia, após a prisão em flagrante de um homem em Vilhena (RO), que havia recebido notas falsas pelos Correios.
Segundo a Polícia Federal, o esquema funcionava por meio de aplicativos de mensagens, onde os suspeitos ofereciam e negociavam as cédulas ilícitas. Os pagamentos eram realizados via transferências eletrônicas, e os valores depositados em contas bancárias de terceiros para dificultar o rastreamento das transações. Após o pagamento, as notas falsas eram enviadas aos compradores por serviços postais, o que permitia o alcance interestadual da rede.
“Com a análise do material apreendido no flagrante, conseguimos identificar outros integrantes do grupo, que atuavam principalmente nos estados da Bahia e de Minas Gerais,” informou, em nota, a Superintendência da Polícia Federal em Rondônia.
Moeda falsa é crime grave
O crime de moeda falsa é previsto no artigo 289 do Código Penal, com penas que podem chegar a 12 anos de reclusão, dependendo das circunstâncias. Além disso, os envolvidos poderão responder por associação criminosa, que também prevê punições severas.
Segundo dados do Banco Central do Brasil, apenas em 2023 foram apreendidas mais de 250 mil cédulas falsas no país, com destaque para notas de R$ 50 e R$ 100. As regiões Norte e Nordeste têm registrado crescimento nas apreensões nos últimos anos, impulsionadas sobretudo pelo uso das redes sociais para oferta e venda do dinheiro falso.
A PF alerta que a compra ou uso de cédulas falsas, mesmo em pequena quantidade, é crime e pode gerar prisão em flagrante. Além disso, orienta a população a desconfiar de ofertas de dinheiro por preços muito abaixo do valor de face, especialmente em redes sociais ou grupos de aplicativos de mensagens.
As investigações da Operação Pecunia Ficta continuam, e os suspeitos podem ser indiciados por moeda falsa e associação criminosa.
Leia mais: PF desmonta rede interestadual de moeda falsa com operação na Bahia e Minas após prisão em Rondônia- Lançamento do livro “Brrumm Toploftpum” celebra o Dia Nacional do Livro Infantil em Belo Horizonte
- Cleitinho adia decisão sobre disputa ao governo de Minas e mantém cenário indefinido
- Dono da página Choquei é preso pela PF em investigação de esquema bilionário de lavagem de dinheiro
- TCE-MG barra venda imediata da Copasa e impõe controle rigoroso sobre privatização
- Professores da rede municipal de BH anunciam greve a partir de 27 de abril
Acidente Assassinato Belo Horizonte Betim BR-040 BR-251 BR-262 BR-365 BR-381 Contagem Corpo de Bombeiros Crime Cruzeiro Divinópolis Governador Valadares Grande BH Ibirité Ipatinga Itabira João Monlevade Juiz de Fora Lula Minas Gerais Montes Claros Nova Lima Patos de Minas Polícia Civil Polícia Federal Polícia Militar Polícia Militar Rodoviária Polícia Rodoviária Federal Pouso Alegre Previsão do Tempo Ribeirão das Neves Sabará Samu Santa Luzia Sete Lagoas Triângulo Mineiro Tráfico Uberaba Uberlândia Vale do Rio Doce Vespasiano Zona da Mata mineira




