A 26ª Marcha dos Prefeitos em Brasília foi palco de um contraste marcante esta semana, evidenciando a polarização política no Brasil. Um dia após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ser vaiado, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi ovacionado por prefeitos apoiadores nesta quarta-feira (21/5), sendo chamado de “mito” e tendo seu retorno ao poder clamado em diversos momentos de seu discurso.
Acompanhado do presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, além de senadores e deputados federais, Bolsonaro discursou com tom populista, ironizando que “para um ex ele está bem na fita”. Atualmente réu no Supremo Tribunal Federal (STF), o ex-presidente aproveitou a oportunidade para reforçar a narrativa de que sua gestão deu autonomia e apoio direto aos municípios.
Em sua fala, Bolsonaro citou uma série de medidas adotadas durante seu mandato, buscando ressaltar a atenção de seu governo às demandas municipais. Entre as ações mencionadas, destacam-se a suspensão de dívidas municipais, o repasse de R$ 5,3 bilhões por meio do bônus do Fundeb, além de R$ 121 bilhões em repasses diretos e R$ 79 bilhões em repasses indiretos. Ele também fez menção à PEC do piso mínimo da educação e ao apoio do PL à chamada PEC 66, proposta que visa estender automaticamente aos municípios as regras da reforma da Previdência federal e que tem sido um tema central e de grande interesse para os gestores municipais durante a Marcha.
Valdemar Costa Neto, ao lado de Bolsonaro, fez uma enfática defesa da PEC 66, afirmando: “Tem que aprovar essa PEC 66 de qualquer maneira, porque é isso que vai salvar o município. É a única saída viável para o pacto federativo que está aí.”
“Se Deus quiser, eu vou voltar”
O ex-presidente também utilizou o palanque para mencionar obras entregues durante sua gestão, como a transposição do Rio São Francisco. Reforçando seu patriotismo, declarou estar pronto para servir ao país “se for da vontade de Deus”.
“Não tenho obsessão pelo poder. Eu tenho paixão pelo meu Brasil. Se Deus quiser, serei uma opção. Que vença o melhor governo”, concluiu Bolsonaro, sob aplausos e novos gritos de “mito”, sinalizando a forte base de apoio que ainda mantém entre os prefeitos presentes no evento. O contraste com a recepção do atual presidente, Lula, na véspera, sublinha a divisão do cenário político brasileiro e a capacidade de mobilização de diferentes grupos políticos em eventos de grande representatividade municipal.
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