Em uma declaração transmitida pelo programa de TV “Con El Mazo Dando”, Diosdado Cabello, ministro do Interior e da Justiça da Venezuela e braço direito de Nicolás Maduro, confirmou na última quarta-feira (8) a detenção de Enrique Márquez, ex-candidato à presidência venezuelana, e Rafael Tudares, genro de Edmundo González, presidente eleito da Venezuela reconhecido por vários países.
Segundo Cabello, as prisões estão relacionadas a um suposto plano de golpe de Estado envolvendo um agente do FBI e a posse de Edmundo González como presidente em uma embaixada estrangeira, fora do território venezuelano.
Alegações de conspiração
Cabello afirmou que, com base em documentos apreendidos, o plano era realizar uma cerimônia simbólica de posse de González em solo estrangeiro, possivelmente nos Estados Unidos ou no Peru. Durante o programa, o ministro ironizou:
“Cinco criminosos vão se reunir na sede de uma embaixada para juramentar Edmundo González como presidente. Isso é inaceitável.”
Resposta a críticas internacionais
O ministro também dirigiu críticas ao presidente da Colômbia, Gustavo Petro, que condenou as prisões. Cabello insinuou que Petro estaria defendendo “criminosos” ao se posicionar contra as ações do regime de Maduro.
Recompensa por informações sobre González
Enquanto isso, o governo venezuelano aumentou a pressão sobre Edmundo González, oferecendo uma recompensa de 100 mil dólares (cerca de 620 mil reais) por informações que levem ao seu paradeiro. González, reconhecido internacionalmente como presidente eleito, reafirmou sua intenção de retornar a Caracas para tomar posse, apesar das ameaças e da crescente repressão.
A situação intensifica o clima de tensão política na Venezuela, evidenciando o confronto entre o regime de Maduro e a oposição, além de atrair atenção e críticas da comunidade internacional.
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