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Aerolíneas Argentinas registra primeiro lucro operacional em 16 anos e avança em direção à privatização

A Aerolíneas Argentinas, companhia aérea estatal, alcançou em 2024 um superávit operacional de US$ 20,2 milhões, marcando seu primeiro resultado positivo desde a reestatização em 2008. Esse desempenho é atribuído a uma série de medidas de reestruturação e cortes de custos implementadas sob a gestão do presidente Javier Milei, que tem como objetivo preparar a empresa para uma possível privatização.

Independência financeira e redução de custos

O presidente da Aerolíneas Argentinas, Fabián Lombardo, anunciou que a empresa não dependerá de recursos do governo para suas operações em 2025. Durante uma reunião com acionistas, Lombardo destacou que, além do superávit registrado, a companhia conseguiu reduzir sua dívida consolidada em dólares em 25%, sem comprometer o caixa. Essas conquistas foram alcançadas por meio da eliminação de rotas deficitárias, aumento da produtividade e uma redução de 13% no quadro de funcionários, resultando na saída de mais de 1.600 colaboradores por meio de programas de aposentadoria voluntária.

Preparativos para a privatização

Desde sua campanha eleitoral em 2023, o presidente Javier Milei tem defendido a privatização da Aerolíneas Argentinas, argumentando que o país não pode sustentar uma empresa altamente deficitária com recursos públicos. Em outubro de 2024, Milei assinou um decreto declarando a companhia “sujeita à privatização”, iniciando oficialmente o processo de desestatização. O governo justifica a medida apontando que, desde a reestatização, a empresa recebeu subsídios que ultrapassam US$ 8 bilhões para cobrir déficits operacionais.

Para tornar a empresa mais atraente a investidores, a administração atual tem implementado cortes de custos e otimizado operações. Além da redução de pessoal, a companhia suspendeu rotas não lucrativas e revisou contratos com fornecedores. Essas ações visam alinhar a Aerolíneas aos padrões da indústria e melhorar sua competitividade no mercado.

Desafios e perspectivas

Apesar das melhorias financeiras, a privatização enfrenta resistência de sindicatos e setores políticos que defendem o papel estratégico da Aerolíneas Argentinas na conectividade regional e no desenvolvimento econômico do país. Greves e manifestações têm ocorrido em resposta às medidas de reestruturação e aos planos de venda da companhia. O governo, por sua vez, argumenta que a privatização permitirá uma gestão mais eficiente e aliviará o peso financeiro sobre os cofres públicos.

A decisão final sobre a privatização dependerá da aprovação do Congresso Nacional. Enquanto isso, a Aerolíneas Argentinas continua implementando medidas para melhorar sua eficiência operacional e financeira, buscando se posicionar de forma competitiva no mercado aéreo internacional.

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