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‘LGB International’: nova aliança global rompe com movimento LGBTQ+ para defender agenda centrada em orientação sexual


Ativistas de 18 países anunciaram oficialmente a criação da LGB International, uma coalizão que propõe um modelo de ativismo distinto do tradicional movimento LGBTQ+. A nova organização pretende focar especialmente nos direitos de lésbicas, gays e bissexuais, com uma agenda independente, que critica a inclusão das pautas transgênero nas lutas de orientação sexual.

Origens e inspiração

A iniciativa se inspira diretamente na LGB Alliance (Reino Unido), fundada em 2019, conhecida por argumentar que as pautas referentes a orientação sexual deveriam estar separadas das questões de identidade de gênero.

Segundo os fundadores da LGB International, há um “apagamento” das demandas específicas ligadas à orientação sexual dentro das organizações que passaram a priorizar identidade de gênero, gênero autodeclarado (“gender identity”) e discursos relacionados.

Pautas centrais e críticas

Alguns dos pontos que a coalizão propõe ou defende:

  • Oposição à transição de gênero em menores de idade: a LGB International expressa preocupação com o número crescente de diagnósticos de disforia de gênero e com a prescrição de bloqueadores de puberdade e hormônios para adolescentes.
  • Criticismo à presença de mulheres trans em espaços destinados a lésbicas, alegando que isso pode afetar representatividade e segurança desses ambientes.
  • Defesa de que o ativismo internacional deveria colocar em foco países onde a homossexualidade ainda é criminalizada — uma das bandeiras levantadas como urgência para mobilização global.

Dados e contexto recentes

Para fundamentar as críticas, são citados estudos que mostram que, nos Estados Unidos, entre 2018 e 2022, menos de 0,1% dos adolescentes com seguro privado receberam medicação de afirmação de gênero (bloqueadores de puberdade ou hormônios) — sugerindo que o uso desses tratamentos entre menores continua raro.

Também há debates públicos e legais no Reino Unido em torno da LGB Alliance, incluindo ações judiciais e controvérsias acerca do status de caridade da organização, bem como críticas de outros grupos LGBTQ+ que acusam exclusão trans e discursos que consideram transfóbicos.

Reações e críticas

Organizações tradicionais LGBTQ+ reagiram à formação da nova aliança global com preocupação. Elas afirmam que separar as pautas de orientação sexual das de identidade de gênero pode prejudicar solidariedade e direitos conquistados por pessoas trans, além de fomentar divisões internas.

Também há questionamentos sobre o que significa “apolítica” no discurso da nova coalizão, dado que muitos de seus posicionamentos envolvem políticas públicas, legislação, direitos de menores, acesso a cuidados de saúde, etc. Alguns críticos sugerem que tais posições já são consideradas ideológicas ou políticas mesmo quando afirmadas como “independentes”.

Leia mais: ‘LGB International’: nova aliança global rompe com movimento LGBTQ+ para defender agenda centrada em orientação sexual

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