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Mãe solo em BH pede ajuda para manter tratamento de filhos com doenças graves

Interessados em ajudar podem entrar em contato pelas redes sociais da família ou contribuir diretamente pelo Pix informado.

Moradora do bairro Pindorama, na região Noroeste de Belo Horizonte, Márcia Casagrande enfrenta uma rotina marcada por amor, exaustão e desafios constantes. Mãe atípica de três filhos — Marcela, Arthur e Pedro Lucas — ela dedica a vida integralmente aos cuidados das crianças, duas delas com quadros de saúde complexos e progressivos.

Pedro Lucas, de 17 anos, foi diagnosticado com Distrofia Muscular de Duchenne, uma doença genética rara e degenerativa que provoca a perda progressiva da força muscular. Ele perdeu a capacidade de andar ainda na infância e atualmente depende de suporte respiratório constante. O quadro também evoluiu para escoliose acentuada, que tem provocado feridas nas costas devido ao tempo prolongado acamado.

Já Marcela, de 14 anos, nasceu com hidrocefalia severa, holoprosencefalia e paralisia cerebral. Após anos se alimentando por via oral, complicações exigiram a realização de gastrostomia e traqueostomia. Hoje, ela utiliza respirador mecânico e, segundo a mãe, vem apresentando crises convulsivas frequentes e cada vez mais prolongadas — a mais recente durou 23 segundos.

Além dos filhos, Márcia também é responsável pelo pai idoso, que depende dela para diversas atividades diárias.


Benefício suspenso e dificuldades financeiras

Segundo Márcia, o benefício que ajudava a sustentar a família foi suspenso em novembro. De acordo com o órgão responsável, haveria indícios de renda extra. Ela afirma que realiza “bicos” esporádicos para complementar o orçamento, já que apenas dois salários mínimos não seriam suficientes para custear as despesas fixas e os tratamentos.

“Só a conta de luz, por causa dos aparelhos respiratórios e equipamentos, chega a cerca de R$ 700, mesmo com desconto da Cemig. Sem ajuda, não tem como manter tudo”, relata.

O tratamento inclui:

  • Psicologia para Pedro Lucas (duas sessões por semana, R$ 200 cada);
  • Fisioterapia (R$ 200 por semana);
  • Fonoaudiologia, devido à dificuldade de deglutição;
  • Medicamentos e insumos contínuos.

Somente a fisioterapia mensal e as sessões de psicologia somam cerca de R$ 2 mil. Devido à falta de recursos, atendimentos já precisaram ser reduzidos ou suspensos.


Pedido de ajuda

Para tentar custear as despesas, Márcia iniciou uma rifa solidária e também pede contribuições via Pix (31989415324). Segundo ela, qualquer valor ou compartilhamento nas redes sociais já representa um apoio importante.

Pedro também fez um apelo público pedindo ajuda para conseguir uma cama hospitalar mais adequada, já que a atual não atende mais às suas necessidades clínicas.

“Eu gostaria de pedir a ajuda de vocês, que divulguem ou contribuam com qualquer valor. Sem isso, vai ficar muito complicado”, diz a mãe.

Apesar das dificuldades, Márcia afirma que segue firme pelo bem dos filhos. “Eu aprendi tudo o que precisava para cuidar deles. Vivo por eles”, resume.

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