Na Operação Cerco Fechado, a Polícia Civil de Minas Gerais prendeu 12 criminosos altamente perigosos, todos envolvidos no tráfico de drogas nas regiões Metropolitana de Belo Horizonte e Centro-Oeste do estado. O grupo, apelidado de “Turma do Urso”, era liderado por figuras com extensa ficha criminal, incluindo condenações por homicídios, tráfico de drogas e outros crimes violentos.
A operação, chefiada pelo delegado Felipe Freitas, teve a colaboração de forças policiais de outros estados, como São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná. De acordo com o delegado, o objetivo da operação foi desarticular as atividades desses criminosos, que dominavam locais estratégicos para o tráfico, como Belo Horizonte, Ribeirão das Neves, Divinópolis, entre outras cidades.
Um dos criminosos mais notórios do grupo, identificado como Bolinha, de 36 anos, era responsável por grande parte do tráfico em Ribeirão das Neves e estava condenado a mais de 100 anos de prisão. Ele foi localizado em Juatuba, onde vivia sob documentos falsos. Outro membro importante, conhecido como Tâmo ou “O senhor das armas”, foi preso em Foz do Iguaçu, envolvido em tráfico de drogas e contrabando de armas.
A operação também resultou na prisão de Urso (38 anos), chefe do tráfico em Ribeirão das Neves, que além de ser traficante, era conhecido por torturar pessoas que deviam a ele, e Dêda (31 anos), que comandava o tráfico no Barreiro e Amparo da Serra.
Outros membros da quadrilha foram capturados em diversas cidades, incluindo Caetanópolis, Divinópolis, Pitangui, Araújos e Belo Horizonte, além de outros criminosos presos fora de Minas, como Merrão (29 anos), ligado ao Comando Vermelho no Morro do Papagaio e Titanic (34 anos), traficante em Divinópolis e Pará de Minas.
Durante a operação, a polícia enfrentou resistência, incluindo um criminoso que jogou o carro contra a equipe. Armas, documentos falsos e veículos foram apreendidos, mas a operação não resultou na apreensão de drogas. O delegado Freitas informou que já está preparando uma nova lista de criminosos para futuras prisões.
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