A Justiça de Minas Gerais decretou, nesta quinta-feira (26), a prisão preventiva de Aldair José Lins, de 50 anos, suspeito de assassinar a tiros sua esposa, Adriana Geralda Farias, de 49 anos. O crime ocorreu no último dia 12 de dezembro na comunidade Vila Apolônia, região de Venda Nova, em Belo Horizonte.
O relacionamento de 25 anos entre o casal havia chegado ao fim, e a vítima estava tentando se envolver com outra pessoa, o que teria motivado o feminicídio. Testemunhas relataram que Aldair invadiu a casa da vítima, disparou duas vezes contra ela e fugiu em uma motocicleta. Adriana morreu no local, e cápsulas de calibre 32 foram encontradas ao lado de seu corpo.
Decisão Judicial
A juíza Lívia Lúcia Oliveira Borba fundamentou a decisão com base na gravidade do crime e no risco à ordem pública. Segundo a magistrada, o contexto revelou a “acentuada periculosidade da conduta” de Aldair, justificando a prisão preventiva como medida proporcional e necessária para evitar novos atos violentos.
Defesa e Controvérsias
O advogado do suspeito, Ramon dos Santos, alegou que seu cliente tentou se entregar três vezes, mas não foi recebido pela Polícia Civil. A corporação, no entanto, contestou, afirmando que a defesa sabia do mandado de prisão desde o dia 17 de dezembro, mas optou por não apresentar Aldair, colocando-o na condição de foragido.
Investigação em Curso
Além das cápsulas de arma de fogo, um celular foi apreendido, e a perícia segue trabalhando para esclarecer o caso. Aldair permanece em liberdade até o cumprimento do mandado de prisão. A defesa já sinalizou que irá entrar com um pedido de habeas corpus.
Impacto Familiar
Adriana e Aldair tinham dois filhos, de 11 e 23 anos, que não estavam em casa no momento do crime. O caso reforça o alerta sobre a gravidade da violência doméstica e feminicídios no Brasil.
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