A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu nesta semana o inquérito sobre o assassinato de um homem de 35 anos ocorrido em 5 de fevereiro, indiciando três suspeitos — dois com 28 anos e um com 25 anos — pelos crimes de homicídio qualificado e destruição de cadáver. Os indiciados responderão pelas qualificações de motivo fútil, meio cruel e por violar a impossibilidade de defesa da vítima .
A PCMG também representou pela prisão preventiva dos três suspeitos. Dois, ambos de 28 anos, já foram detidos em operação policial realizada na última terça-feira, 17 de junho. O terceiro, de 25 anos, segue foragido.
Dinâmica do crime: execução e ocultação
As investigações detalham que a vítima foi vista pela última vez após envolvimento em uma briga com os suspeitos. Na fase final dos eventos, o grupo cooptou-no para dentro de um veículo, o levando até uma estrada vicinal fora do perímetro urbano, onde foi executado. O corpo foi arrastado até uma área de mata ao lado de um antigo depósito de resíduos sólidos, em seguida incendiado pelos criminosos na tentativa de ocultar provas.
O corpo foi localizado após denúncia de um catador de lenha, que alertou um morador da região. A PCMG realizou perícia no local, constatando sinais de carbonização e evidências de que o cadáver foi arrastado até o ponto inicial do incêndio.
Interior envolvido com tráfico
A apuração policial revelou que os três são suspeitos de integrar uma organização ligada ao tráfico de drogas em Caetanópolis, motivação que pode ter conexão com o crime fatal.
A PCMG investiga se a execução foi fruto de conflito interno entre criminosos, com possíveis cobranças relacionadas ao tráfico — situação que ainda está sendo apurada.
Situação processual e prisão preventiva
Dos três indiciados:
- Dois (28 anos) estão detidos em prisão preventiva desde terça-feira (17/6).
- O terceiro (25 anos) é considerado foragido, com mandado de prisão em aberto.
A PCMG protocolou parecer junto à justiça local, solicitando a decretação da prisão preventiva do terceiro envolvido, além da manutenção das detenções dos dois já capturados.
O caso chocou Caetanópolis, pequena cidade da região Central de Minas, e reacendeu a atenção para a violência associada ao tráfico nos interiores do estado. Instituições como o Ministério Público e a Defensoria Pública acompanham o processo, sobretudo pelo caráter cruel e a tentativa de descaracterizar provas cometida com o fogo.
A cidade permanece em expectativa pela definição da prisão preventiva do terceiro suspeito e pela continuidade do processo judicial que pode esclarecer motivações e conexões entre os envolvidos.
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