O corpo de Elisete Oliveira, 37 anos, servidora pública desaparecida desde 22 de novembro, foi encontrado parcialmente carbonizado na tarde de sexta-feira (28) em uma área rural entre os municípios de Carvalhos e Bocaina de Minas, no Sul de Minas Gerais — agora a investigação está sendo conduzida pela polícia como feminicídio.
A descoberta se deu depois que uma moradora da região denunciou um forte odor vindo da mata, na área conhecida como Serra da Aparecida. Ao chegar ao local, policiais militares encontraram o corpo em meio à vegetação: a vítima estava com o corpo queimado, tombada sem roupas. A identificação foi confirmada por meio de tatuagem.
Trajetória do desaparecimento
Segundo registro policial, no dia 22 de novembro Elisete saiu para beber com o companheiro — um homem de 38 anos, que denunciou o desaparecimento e ajudou nas buscas iniciais. De acordo com seu relato, o casal teria percorrido mais de 50 km naquele dia, passando por Carvalhos e Liberdade antes de voltar para Bocaina de Minas. Depois, ele contou que saiu por cerca de meia hora e ao retornar não encontrou a mulher em casa.
A partir desses elementos, a polícia já havia instaurado inquérito pela suspeita do desaparecimento. Com a localização do corpo e os indícios de violência, o caso passou a ser tratado como feminicídio.
Suspeito foragido — Justiça determinou prisão preventiva
O companheiro da vítima é considerado o principal suspeito. A Justiça concedeu mandado de prisão preventiva, mas ele permanece foragido até o momento. As autoridades intensificam as buscas.
A polícia afirma que seguirá colaborando com as investigações para esclarecer o caso por completo.
Contexto: violência contra a mulher em Minas Gerais
Dados recentes sobre violência de gênero no estado mostram que, apesar de quedas pontuais, o risco de feminicídio permanece alto — especialmente em casos que envolvem parceiros íntimos, como costumam ser a maioria dos crimes dessa natureza.
Para especialistas e autoridades, este caso reforça a necessidade de que desaparecimentos de mulheres sejam tratados com urgência desde os primeiros indícios, potencialmente evitando desfechos trágicos.
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