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Suplente é preso por ordenar atentados contra vereador para assumir vaga em Novo Cruzeiro (MG)

Investigações apontam duas tentativas de homicídio motivadas por ambição política

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu, nesta terça-feira (9), um suplente da Câmara Municipal de Novo Cruzeiro, no Vale do Jequitinhonha, suspeito de mandar matar o vereador Ronildo Mendes Barbosa (Solidariedade), conhecido como Ronildo Meu Povo, de 51 anos. Segundo as investigações, o objetivo do suspeito era ocupar a vaga do parlamentar na Casa Legislativa.

O executor contratado também foi detido. A dupla, segundo a PCMG, teria realizado duas tentativas de homicídio: a primeira em 15 de outubro e a segunda em 11 de novembro.

Duas tentativas de execução

Na primeira investida, o atirador surpreendeu Ronildo e efetuou disparos, mas o vereador conseguiu escapar e se esconder em uma área de mata. Já na segunda tentativa, o criminoso foi até a residência da vítima, incendiou o carro do caseiro e deixou estojos de munição no local para intimidar familiares.

As ações foram planejadas e, conforme a polícia, monitoradas de perto. A análise de câmeras de segurança, depoimentos de testemunhas, além do levantamento da rotina do vereador, permitiu que os investigadores chegassem aos suspeitos.

“Houve a junção desses elementos testemunhais com imagens que conseguimos recolher, revelando um monitoramento constante da vida do vereador, especialmente nos dias de reunião da Câmara”, afirmou o delegado Amaury de Albuquerque.

Repercussão política

Após o primeiro atentado, a Câmara Municipal de Novo Cruzeiro divulgou nota condenando a violência e cobrando ação das autoridades.
“Estamos profundamente preocupados com este incidente e condenamos, veementemente, qualquer forma de violência. Expressamos solidariedade ao vereador e a seus familiares e solicitamos providências para a apuração e punição dos envolvidos”, declarou o presidente do Legislativo, José Admílson Almeida.

Contexto: crimes políticos em alta no Brasil

Casos de violência contra agentes públicos têm aumentado nos últimos anos. Segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, ataques contra políticos — principalmente em municípios pequenos — cresceram desde 2022, impulsionados por disputas locais e tensões pré-eleitorais. Em Minas Gerais, investigações semelhantes já levaram à prisão de candidatos, suplentes e até assessores envolvidos em atentados motivados por rivalidade política.

A Polícia Civil continua investigando o caso para esclarecer eventuais outros envolvidos e confirmar se houve participação de financiadores ou apoio logístico.

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