A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu preventivamente, nesta quinta-feira (15), um homem de 25 anos, suspeito de ser o mandante do homicídio de um jovem de 20 anos, assassinado em outubro do ano passado no bairro Bernadete, na região do Barreiro, em Belo Horizonte. A prisão ocorreu durante uma operação policial na capital.
Durante a ação, os investigadores apreenderam uma pistola calibre .380, dois carregadores, 30 munições, além de R$ 14 mil em dinheiro e dois aparelhos celulares, materiais que agora serão analisados no inquérito.
Crime teve origem em disputa entre facções
Segundo as investigações, o homicídio foi registrado no dia 11 de outubro e começou no Aglomerado Cabana do Pai Tomás, na Região Oeste da capital. O jovem foi abordado dentro de uma distribuidora de bebidas e, em seguida, levado à força para um barracão abandonado às margens do Anel Rodoviário, onde foi executado a tiros.
Uma testemunha relatou à Polícia Militar ter visto três homens conduzindo a vítima até o local e ouvido os disparos logo depois. O corpo foi localizado com várias perfurações de arma de fogo. Como o rapaz não portava documentos, a identificação foi feita por reconhecimento facial.
Abordagem começou após gesto suspeito
De acordo com relatos colhidos pela polícia, horas antes do crime, um homem procurou familiares informando que o jovem havia sido agredido em uma residência no Cabana do Pai Tomás. No local, um amigo da vítima contou que o grupo havia saído do Centro de Belo Horizonte em direção a um baile funk na comunidade.
Durante uma parada em uma adega, o jovem foi cercado por um homem armado, cadeirante, acompanhado de cerca de sete comparsas. O grupo obrigou a vítima a entregar o celular após ela ter se apresentado, durante a festa, como integrante de uma organização criminosa.
No aparelho, os suspeitos encontraram uma foto em que o jovem fazia um gesto com a mão, interpretado como símbolo de uma facção rival. Mesmo negando envolvimento com o tráfico, a vítima afirmou ser oriunda da Rocinha, no Rio de Janeiro, o que aumentou a desconfiança dos criminosos.
Execução ordenada após análise do celular
Conforme a apuração da Polícia Civil, o homem preso teria determinado a execução depois de analisar o conteúdo do celular e concluir que o jovem fazia parte de um grupo criminoso rival. A vítima foi então sequestrada e assassinada poucas horas depois.
O suspeito segue à disposição da Justiça, e as investigações continuam para identificar e prender outros envolvidos no crime. A Polícia Civil reforça a importância de denúncias anônimas, que podem ser feitas pelo Disque-Denúncia 181.
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