O avanço das facções criminosas no Brasil já é considerado uma das maiores ameaças à segurança pública do país. Segundo um levantamento recente do Ministério da Justiça, ao menos 88 facções estão ativas em território nacional, operando dentro e fora dos presídios com estruturas organizadas, hierarquias rígidas, grande poder financeiro e códigos de conduta próprios.
O epicentro do problema está no Nordeste, onde foram identificados 46 desses grupos — mais da metade do total nacional. Em seguida, aparecem as regiões Sul, Sudeste, Norte e Centro-Oeste. A atuação vai muito além dos muros dos presídios: essas facções controlam territórios, realizam tráfico de drogas e armas, aplicam golpes digitais e até extorquem moradores em comunidades vulneráveis.
A consolidação do crime organizado tem desafiado diretamente o sistema de segurança e o judiciário. Em muitos casos, os líderes das facções continuam comandando atividades criminosas de dentro das penitenciárias, usando celulares e contando com a conivência de agentes corruptos.
🇻🇪 A ameaça agora é também internacional. O grupo criminoso Tren de Aragua, originário da Venezuela, já se estabeleceu no Brasil. A facção se aproveitou de falhas no controle das fronteiras e da crise migratória para se instalar inicialmente em Roraima. De lá, espalhou seus tentáculos por São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, segundo autoridades da inteligência policial.
“O Tren de Aragua é um exemplo claro de como o Brasil se tornou vulnerável ao crime transnacional”, afirma um agente da Polícia Federal que atua no monitoramento de facções estrangeiras.
O governo federal afirma estar reforçando o plano de combate ao crime organizado, com ações integradas entre as forças policiais e medidas para bloquear a comunicação entre presos e o mundo exterior. No entanto, especialistas alertam que o combate só será eficaz com reformas estruturais nos sistemas penitenciário, policial e judiciário — além de políticas sociais que reduzam a base de recrutamento das facções.
Enquanto isso, o cidadão comum segue como o maior prejudicado, convivendo com o medo constante e o domínio cada vez maior dessas organizações nas ruas do Brasil.
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