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Médico de Ubá é preso em operação contra suposto esquema de placas automotivas em Minas

Operação “Guildas Medievais” investigou suspeitas de corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha em cidades da Zona da Mata e no Rio de Janeiro.

Um médico de Ubá, na Zona da Mata mineira, foi preso em flagrante durante a operação “Guildas Medievais”, deflagrada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) contra um suposto esquema criminoso ligado ao mercado de fabricação e estampagem de placas automotivas.

A ação cumpriu 37 mandados judiciais em municípios mineiros e também no estado do Rio de Janeiro. Os alvos foram localizados nas cidades de Muriaé, Perdões, Ubá, Visconde do Rio Branco, Belo Horizonte e Rio de Janeiro.

Segundo as investigações, o grupo é suspeito de atuar em um esquema de corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, com possível influência sobre o setor de placas veiculares em Minas Gerais e em outras regiões do país.

Dinheiro, arma e eletrônicos foram apreendidos

Durante o cumprimento dos mandados, os agentes apreenderam mais de R$ 30 mil em dinheiro, além de computadores, celulares, aparelhos eletrônicos, documentos e outros materiais considerados relevantes para o avanço das investigações.

Uma arma de fogo também foi localizada durante a operação.

As autoridades não divulgaram, até o momento, a identidade do médico preso nem detalhes sobre a participação dele no suposto esquema criminoso.

Investigação apura controle irregular do setor

De acordo com o Ministério Público e a Polícia Civil, a operação busca desarticular uma organização suspeita de manipular e controlar o mercado de estampagem de placas automotivas, atividade regulamentada pelos órgãos de trânsito.

Os investigadores apuram ainda possíveis favorecimentos ilegais, lavagem de recursos financeiros e atuação coordenada entre empresários e outros envolvidos.

O nome da operação, “Guildas Medievais”, faz referência a grupos fechados que controlavam atividades comerciais na Idade Média, em alusão à suspeita de domínio do setor por parte da organização investigada.

Investigações continuam

Os materiais apreendidos serão analisados pelas equipes responsáveis pelo caso. A expectativa é que a perícia nos equipamentos eletrônicos ajude a identificar novos envolvidos e a dimensão financeira do esquema.

O caso segue sob investigação do Ministério Público de Minas Gerais e da Polícia Civil.

Leia mais: Médico de Ubá é preso em operação contra suposto esquema de placas automotivas em Minas

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