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Fisioterapeuta atingida por bloco de concreto na Lagoinha passa por reconstrução facial; suspeito tinha mais de 30 passagens pela polícia

Homem em situação de rua disse que tentou acertar outro morador de rua; vítima permanece internada no Hospital João XXIII

Belo Horizonte (MG) — A fisioterapeuta de 39 anos atingida por um bloco de concreto enquanto passava de carro pelo Complexo da Lagoinha, na manhã de domingo (19/10), passou por uma cirurgia de reconstrução facial no Hospital João XXIII. O impacto causou traumatismo craniano e lesões graves no rosto.

Segundo familiares, a mulher retornava com o marido, a filha de dois anos e um sobrinho da Corrida do Cruzeiro, quando o bloco atravessou o teto solar do veículo e a atingiu em cheio na cabeça. O marido, que dirigia o carro, conseguiu manter o controle do veículo e levar a esposa imediatamente ao hospital. As crianças não ficaram feridas.

De acordo com informações apuradas pela Itatiaia, a fisioterapeuta teve fraturas no lado esquerdo do rosto e precisou de intervenção cirúrgica de urgência. A equipe médica avalia agora a necessidade de uma nova cirurgia.


Suspeito foi preso após operação da PM

A Polícia Militar prendeu na segunda-feira (20) o suspeito de arremessar o bloco de concreto. Ele foi identificado como Yuri Henrique de Oliveira Nunes, de 30 anos, morador de rua com mais de 30 passagens policiais, incluindo crimes de furto, dano e incêndio.

Segundo o tenente-coronel Paulo Giovany, comandante do 16º Batalhão da PM, o homem foi localizado em uma casa de repouso entre Sabará e Raposos, na Grande BH.

Durante o interrogatório, Yuri afirmou que não pretendia atingir o carro, mas que teria lançado o bloco para se defender durante uma discussão com outro morador de rua.

“A Polícia Militar se sente muito consternada com essa situação. É uma tragédia. Desde o momento em que tomamos conhecimento, nossas equipes não descansaram até localizar e prender o suspeito”,
declarou o tenente-coronel Giovany em coletiva de imprensa.

Investigação e repercussão

O caso causou comoção nas redes sociais e reacendeu o debate sobre a segurança em viadutos e passagens urbanas de Belo Horizonte. Moradores da região da Lagoinha afirmam que situações de vandalismo e arremesso de objetos do alto de passarelas são recorrentes.

A Polícia Civil de Minas Gerais informou que o suspeito permanece preso e à disposição da Justiça, e que as investigações continuam para determinar as circunstâncias exatas do crime.

A fisioterapeuta segue internada em observação no Hospital João XXIII, com estado de saúde estável, segundo boletim médico divulgado nesta segunda-feira (20).

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