A crise orçamentária das Forças Armadas em 2025 já impacta diretamente o cotidiano do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A escassez de recursos chegou a um ponto em que ministros enfrentam filas nos aeroportos comerciais, por falta de aeronaves oficiais disponíveis para suas agendas.
De acordo com apuração da Folha de S.Paulo, dos dez jatos da Força Aérea Brasileira (FAB) tradicionalmente destinados ao transporte de autoridades, apenas três estão em operação regular. O restante da frota enfrenta problemas de abastecimento ou está parado por falta de manutenção, consequência direta dos cortes no orçamento da Defesa.
⚠️ Reações no Planalto
A situação tem gerado desconforto entre ministros de segunda linha, que não estão entre as prioridades de uso das aeronaves da FAB. Alguns já manifestaram irritação com as dificuldades de locomoção, especialmente para compromissos em estados distantes ou de difícil acesso. Sem os voos da FAB, os ministros dependem de voos comerciais — sujeitos a atrasos, conexões e longas filas.
Enquanto isso, os poucos jatos disponíveis são reservados apenas para autoridades consideradas prioritárias, como o presidente, a vice-presidente em exercício e alguns ministros estratégicos.
📉 O que está por trás da crise?
A precarização da frota é reflexo da queda no orçamento das Forças Armadas, que vêm enfrentando restrições financeiras severas desde o início do ano. O Ministério da Defesa já havia alertado, em abril, que faltava verba para o cumprimento de obrigações básicas, incluindo manutenção de equipamentos, treinamento de pessoal e logística.
Fontes militares ouvidas pela imprensa afirmam que não há previsão de recomposição orçamentária a curto prazo, o que deve prolongar a situação crítica da FAB até, pelo menos, o final de 2025.
✈️ FAB sob pressão
A Força Aérea já vinha sofrendo com a idade da frota e o aumento do custo de manutenção de aeronaves como os Embraer Legacy e os Airbus A319. A alta do dólar e o encarecimento de peças importadas também contribuem para agravar o cenário.
Segundo militares da ativa, alguns jatos ficam semanas parados aguardando manutenção ou peças sobressalentes, que não podem ser compradas por falta de recursos.
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