O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) adiou para o fim de maio a decisão sobre uma possível candidatura ao governo de Minas Gerais nas eleições de 2026. Apesar de liderar pesquisas de intenção de voto, o parlamentar afirma que ainda avalia questões pessoais e o cenário político antes de confirmar sua participação na disputa.
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Em entrevista concedida em Brasília, o senador destacou que fatores familiares têm pesado na decisão. Um dos pontos centrais é o tratamento de saúde do irmão, diagnosticado com leucemia, além do desejo de estar mais próximo da família em Divinópolis, no Centro-Oeste mineiro.
Questões pessoais influenciam decisão
Cleitinho afirmou que o momento exige cautela e reflexão, ressaltando que pretende tomar a decisão “no tempo certo”. O senador também mencionou sua fé como elemento importante no processo.
➡️ “Decisão envolve família, fé e cenário político”
O parlamentar já havia sinalizado anteriormente que definiria seu futuro político em março, mas optou por estender o prazo diante das circunstâncias pessoais.
Cenário político em aberto
Nos bastidores, interlocutores avaliam que há tendência de candidatura, impulsionada pelo desempenho nas pesquisas. Levantamentos recentes indicam que Cleitinho aparece à frente em diferentes cenários de primeiro turno.
Entre possíveis adversários estão nomes como Aécio Neves e Alexandre Kalil, que figuram entre os principais concorrentes nas simulações eleitorais.
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Movimentações familiares e partidárias
O tabuleiro político também envolve outros integrantes da família Azevedo. O irmão gêmeo de Cleitinho, Gleidson Azevedo, deve disputar uma vaga na Câmara dos Deputados, após trocar o Partido Novo pelo Republicanos.
Já Mateus Simões (PSD), atual vice-governador, é apontado como possível candidato à reeleição ao Palácio Tiradentes, o que também influencia as articulações políticas no estado.
➡️ “Definições familiares e alianças políticas influenciam cenário eleitoral”
Apesar das especulações, Cleitinho reforçou que ainda não há definição sobre formação de chapa ou alianças, mantendo o cenário aberto para negociações.
Decisão pode impactar disputa em Minas
Caso confirme candidatura, o senador entrará na disputa com mandato em curso até 2030, o que lhe permite concorrer sem necessidade de deixar o cargo.
A definição de Cleitinho é considerada estratégica e pode redesenhar o cenário eleitoral em Minas Gerais, influenciando alianças partidárias e o posicionamento de outros pré-candidatos.
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