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Comércio de Belo Horizonte sob ameaça: setores e bairros mais afetados por furtos

Em 2024, Belo Horizonte registrou 9.028 ocorrências de furtos a estabelecimentos comerciais, superando em 35,5% os 6.660 furtos a residências no mesmo período, conforme dados da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp). Farmácias e drogarias foram os principais alvos, concentrando cerca de um terço dos registros, totalizando 3.000 furtos. Bares, lanchonetes e restaurantes seguiram com 1.164 casos, enquanto lojas de diversos segmentos, como roupas e celulares, contabilizaram 1.088 ocorrências.​

A região central de Belo Horizonte destacou-se como a área mais afetada, com 2.692 ocorrências em 14 bairros da regional Centro-Sul. Outras regiões também registraram números expressivos: Noroeste com 734 furtos em sete bairros, Leste com 860 em seis bairros e Oeste com 734 em cinco bairros.​

Os métodos mais comuns utilizados pelos criminosos incluem arrombamentos, que somaram 1.899 registros, e abuso de confiança, com 1.515 casos. Além disso, 1.781 furtos foram classificados como de “meio desconhecido”, indicando a dificuldade em identificar as táticas empregadas.​

Os meses de janeiro e julho, correspondentes às férias escolares, apresentaram os maiores índices de furtos, com 869 e 789 casos, respectivamente. As segundas-feiras foram os dias mais críticos, registrando 1.500 ocorrências, e o período entre meio-dia e 17h39 concentrou 2.811 furtos ao longo do ano.​

Diante desse cenário, a Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH) enfatiza a importância da colaboração entre comerciantes, sociedade civil, poder público e forças de segurança para fortalecer a prevenção e o combate aos crimes patrimoniais. Iniciativas como a criação de grupos de WhatsApp entre lojistas, o videomonitoramento do programa Olho Vivo e o policiamento ostensivo têm sido implementadas para aumentar a segurança nos centros comerciais da capital.​

A Polícia Militar de Minas Gerais também intensificou operações preventivas, especialmente durante o período de fim de ano, quando há aumento no fluxo de pessoas e mercadorias. A Operação Natalina, por exemplo, visa reforçar o policiamento e as rondas para aumentar a sensação de segurança de comerciantes e consumidores. ​

Apesar dos esforços, comerciantes ainda enfrentam desafios relacionados à segurança. A instalação de câmeras de monitoramento com inteligência artificial pela prefeitura, prevista para ser concluída até julho de 2024, é uma das medidas adotadas para acelerar o acionamento das forças de segurança e inibir ações criminosas. ​

A colaboração entre comerciantes, forças de segurança e poder público é essencial para enfrentar os desafios impostos pela criminalidade e garantir um ambiente mais seguro para todos.

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