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Operação Rejeito: PF e CGU desmontam esquema bilionário de mineração e licenciamento ambiental em Minas Gerais

Em ação conjunta, Polícia Federal (PF), Controladoria-Geral da União (CGU), Ministério Público Federal (MPF) e Receita Federal deflagraram hoje (17) a Operação Rejeito, destinada a desarticular um grande esquema criminoso que atuava no setor de mineração, explorando ilegalmente minério de ferro e fraudando licenças ambientais com amplo prejuízo ambiental, social e ao erário público.


O que se sabe com confirmação

  • Número de mandados e prisões: A operação cumpriu 79 mandados de busca e apreensão e decretou 22 mandados de prisão preventiva. Até o momento, pelo menos 15 investigados foram presos; alguns mandados ainda estão sendo cumpridos ou investigados.
  • Bloqueio de ativos: Foi determinado bloqueio de ativos no valor de R$ 1,5 bilhão vinculados aos investigados.
  • Alvos importantes:
    • Caio Mário Trivellato Seabra Filho, diretor da Agência Nacional de Mineração (ANM).
    • Rodrigo de Melo Teixeira, ex-superintendente da PF em Minas Gerais, que mais recentemente exerceu o cargo de diretor de Administração e Finanças do Serviço Geológico do Brasil (SGB).
    • Empresários e servidores públicos de órgãos ambientais estaduais e federais.
  • Modo de atuação investigado:
    • Fraude em licenças e autorizações ambientais para permitir exploração de minério de forma irregular, inclusive em regiões próximas a unidades de conservação ou protegidas.
    • Corrupção de servidores públicos em diferentes órgãos (ambiente, mineração, controle), uso de documentação fraudulenta, falsificação, favorecimento, pagamentos indevidos (“propinas”) para viabilizar as autorizações.
    • Operação financeira complexa para ocultar recursos — lavagem de dinheiro.
  • Possíveis crimes imputados: crimes ambientais, corrupção ativa e passiva, organização criminosa, lavagem de dinheiro, usurpação de bens da União, embaraçamento à investigação criminal, entre outros.
  • Potencial econômico: Além dos ativos bloqueados e do volume já movimentado, há projetos em andamento vinculados ao esquema com estimativa de potencial econômico superior a R$ 18 bilhões.

A extensão exata de participação de todos os investigados, especialmente no alto escalão, incluindo ligações políticas ou mandantes, ainda será apurada.Se e em que medida outros setores do governo ou partidos políticos foram usados como apoio institucional ao esquema — se houve conluio, impacto nas cadeias de comando ou cobertura, entre outros. O destino dos recursos bloqueados, se haverá devolução ao erário, compensações ambientais, auditorias nos contratos e licenças já emitidas suspeitas.

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