O americano-israelense Joel Mokyr, o francês Philippe Aghion e o canadense Peter Howitt foram anunciados nesta segunda-feira (13) como os vencedores do Prêmio Nobel de Economia, reconhecidos por suas pesquisas sobre o impacto da tecnologia no crescimento econômico sustentável.
Segundo o júri, Mokyr receberá metade do prêmio “por ter identificado os pré-requisitos para o crescimento sustentável através do progresso tecnológico”, enquanto Aghion e Howitt compartilharão a outra metade “pela teoria do crescimento sustentável por meio da destruição criativa”.
O presidente do comitê, John Hassler, explicou que o trabalho do trio responde a questões centrais sobre como a inovação tecnológica estimula o crescimento econômico e como esse crescimento pode ser mantido de forma sustentável ao longo do tempo.
Mokyr, professor da Universidade Northwestern, utilizou fontes históricas para demonstrar como as causas do crescimento sustentável se consolidaram como “o novo normal”. Já Aghion e Howitt estudaram o conceito de destruição criativa, processo no qual produtos novos e melhores entram no mercado, substituindo empresas que oferecem produtos antigos.
Após o anúncio, Aghion destacou a importância da inovação tecnológica na Europa e alertou para a competição global:
“Acredito que os países europeus devem perceber que não podemos permitir que os Estados Unidos e a China se tornem líderes tecnológicos e perder para eles”.
O Prêmio Nobel de Economia, criado em 1968 pelo Banco Central da Suécia, não fazia parte dos cinco prêmios originais de Alfred Nobel, mas segue o mesmo rigor de seleção que os reconhecimentos de Física, Química e Medicina. O prêmio consiste em um diploma, uma medalha de ouro e um cheque de 1,2 milhão de dólares, com cerimônia marcada para 10 de dezembro em Estocolmo e Oslo.
A divulgação do Nobel de Economia encerra a temporada de premiações deste ano, que incluiu avanços em sistemas imunológicos humanos, aplicações da mecânica quântica e novas formas de arquitetura molecular nas categorias de Medicina, Física e Química.
Além do Nobel de Economia, o Nobel de Literatura foi concedido ao húngaro Laszlo Krasznahorkai, e a líder da oposição venezuelana María Corina Machado recebeu o Nobel da Paz, dedicando o prêmio ao presidente americano Donald Trump.
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