A Ucrânia voltou a ser alvo de uma série de ataques aéreos em massa da Rússia, nesta quinta-feira (30), que atingiram instalações de energia e áreas residenciais em diferentes partes do país. Segundo autoridades locais, ao menos quatro pessoas morreram e dezenas ficaram feridas, incluindo cinco crianças.
Os bombardeios — realizados na madrugada, de acordo com o governo ucraniano — fazem parte de uma nova ofensiva russa contra o sistema energético nacional, intensificada com a chegada do inverno no Hemisfério Norte. A ofensiva provocou apagões em larga escala e danos graves a centrais térmicas e outras infraestruturas elétricas.
Ataques em várias regiões
Em Zaporizhzhia, no sudoeste da Ucrânia, onde fica a maior usina nuclear da Europa, mísseis russos atingiram edifícios residenciais, deixando ao menos duas vítimas fatais e dezenas de feridos. “Entre os feridos estão cinco crianças. Infelizmente, duas pessoas perderam a vida”, declarou o presidente Volodimir Zelensky em publicação na rede X (antigo Twitter).
Na região de Vinnytsia, no centro-oeste do país, uma menina de sete anos morreu e quatro adultos ficaram feridos após novos bombardeios. Já em Kherson, no sul, as forças russas usaram artilharia, morteiros e drones em diferentes pontos da região, matando uma pessoa e ferindo outras.
O operador nacional de energia, Ukrenergo, confirmou cortes de eletricidade em diversas províncias. A empresa privada DTEK, uma das maiores do setor, informou que suas usinas térmicas sofreram danos severos, forçando uma redistribuição emergencial do fornecimento.
Versão russa
O Ministério da Defesa da Rússia confirmou os ataques, descrevendo a operação como um “ataque maciço” direcionado a “instalações militares e industriais” e “infraestruturas energéticas que garantem seu funcionamento”. Moscou afirmou ainda ter capturado dois povoados: Sadove, na região de Kharkiv, e Krasnogirske, em Zaporizhzhia.
Contexto
Desde o início da guerra, em fevereiro de 2022, os ataques da Rússia contra o sistema elétrico ucraniano têm se intensificado especialmente em períodos de frio, quando a dependência da energia para aquecimento aumenta. Segundo o Instituto para o Estudo da Guerra (ISW), essa estratégia visa pressionar a população civil e desestabilizar a infraestrutura crítica do país.
As ofensivas desta semana fazem parte de um novo ciclo de ataques coordenados, após meses de relativa redução na intensidade dos bombardeios aéreos. As autoridades ucranianas alertaram que os reparos podem levar semanas e que cortes rotativos de energia serão aplicados para equilibrar o sistema.
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