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Delação da PF aponta que “mesada” de R$ 300 mil teria sido paga a Lulinha pelo lobista do INSS

Depoimento homologado pela Polícia Federal (PF) afirma que Fábio Luís Lula da Silva — o “Lulinha”, filho do presidente — teria recebido cerca de R$ 300 mil por mês do lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, apontado como operador de um esquema de fraudes em benefícios da previdência. Em relatos à investigação, Lulinha é descrito não apenas como beneficiário dos recursos, mas como “sócio oculto” de empresas usadas para lavagem de dinheiro proveniente dos desvios.

Segundo o depoimento de um ex-funcionário de Antunes, o repasse mensal era permanente e, em um momento, teria somado cerca de R$ 25 milhões em valores não especificados. Também há menção a viagens conjuntas ao exterior — inclusive a Portugal — realizadas entre Lulinha e Antunes.

🧾 Investigação e a estrutura das fraudes no INSS

O “Careca do INSS” é apontado pela PF como o epicentro de um esquema de descontos ilegais em benefícios de aposentados e pensionistas. Segundo relatórios recentes, Antunes teria movimentado cerca de R$ 53,5 milhões por meio de empresas de fachada e associações que fraudavam descontos no contracheque dos beneficiários. Parte desses recursos teria sido distribuída diretamente a servidores do INSS e intermediários.

A investigação detectou transferências a ex-diretores, contadores e intermediários, e pagamentos que incluíram valores milionários, veículos de luxo e transações suspeitas relacionadas à lavagem de dinheiro.

🔎 CPMI do INSS vota solicitação de convocação de Lulinha

Com base no depoimento que menciona Lulinha, a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do INSS (CPMI) deve votar nesta quinta-feira (4) o requerimento para convocar o filho do presidente para prestar esclarecimentos. A comissão investiga de forma ampla as fraudes, os repasses financeiros e a eventual participação de pessoas próximas ao poder político.

Entretanto, fontes da PF ouvidas pela imprensa dizem que há divergências internas sobre a força probatória das declarações: enquanto alguns defendem aprofundar as investigações, outros avaliam que os indícios ainda são frágeis para confirmar envolvimento direto. Até o momento, não há comprovação oficial de que Lulinha tenha participado ativamente do esquema.

⚠️ Reações e desdobramentos

A repercussão do caso reacende críticas sobre as reformas no sistema previdenciário e a fiscalização sobre associações que atuavam junto ao INSS. A PF também investiga rotas de lavagem de dinheiro atribuídas ao grupo liderado por Antunes — inclusive empresas vinculadas ao tráfico de cannabis medicinal, conforme indícios presentes nas investigações preliminares.

Até o momento, nem Lulinha nem Antunes confirmaram formalmente as acusações. A defesa do filho do presidente classificou as denúncias como “improváveis”, enquanto os advogados do lobista afirmaram que as empresas relacionadas a ele funcionam dentro da legalidade.

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