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Metade dos brasileiros segue sem acesso à picanha em 2025, mesmo com produção recorde no país

Apesar de o Brasil continuar entre os maiores produtores e exportadores de carne bovina do mundo, metade da população brasileira ainda não conseguiu comprar picanha em 2025. O dado expõe a dimensão da desigualdade social e o descompasso entre a força do agronegócio e o poder de compra das famílias.

Enquanto frigoríficos comemoram exportações recordes — especialmente para mercados como Estados Unidos, União Europeia e China — milhões de brasileiros seguem consumindo apenas os cortes mais baratos ou substituindo completamente a proteína animal por alternativas mais acessíveis.

Inflação e renda comprimida afastam corte nobre do prato do brasileiro

Segundo economistas, o “apagão de consumo” não tem relação com falta de oferta, mas com três fatores determinantes:

  • Inflação persistente nos alimentos, que segue acima da média geral;
  • Renda estagnada, sem recomposição real nos últimos anos;
  • Alto custo de vida, que pressiona despesas básicas como aluguel, energia e transporte.

Essa combinação reduziu drasticamente o espaço da carne nobre no orçamento familiar. Em regiões periféricas de grandes cidades, relatos mostram que muitas famílias compram carne bovina apenas “quando sobra um dinheiro”, optando no dia a dia por frango, ovo, miúdos ou mesmo ossos vendidos a preços populares.

Produção cresce, mas acesso diminui

Analistas reforçam que o problema não é a produção — que segue robusta — mas o acesso. Com alta demanda externa, cortes como picanha, filé mignon e contra-filé tornaram-se ainda mais valorizados no mercado internacional, elevando o preço no varejo interno.

Especialistas observam que a carne, que por décadas foi símbolo de estabilidade e ascensão social no Brasil, hoje se tornou um marcador claro de desigualdade econômica. Em um país abundante em proteína animal, conseguir ou não comprar picanha virou indicador direto do poder aquisitivo das famílias.

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