A manifestação “Acorda, Brasil”, realizada neste domingo (1º) na Avenida Paulista, em São Paulo, reuniu parlamentares, governadores e apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro. O ato teve como principais pautas críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, questionamentos a decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) e defesa de anistia para os condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023.
A mobilização foi convocada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e reuniu diversas lideranças políticas da direita brasileira, incluindo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que participou pela primeira vez de um grande ato público desde o lançamento de sua pré-candidatura à Presidência da República.
Também estiveram presentes os governadores Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (União Brasil), ambos apontados como possíveis candidatos ao Palácio do Planalto em 2026.
Flávio Bolsonaro defende pai e critica decisões judiciais
Durante o discurso, Flávio Bolsonaro afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro estaria sendo alvo de “perseguição política” e declarou que o líder conservador “não está abandonado”.
O senador criticou decisões judiciais envolvendo aliados do ex-presidente e afirmou que houve censura nas redes sociais e operações policiais contra apoiadores do movimento bolsonarista. Ele também defendeu a derrubada do veto presidencial ao projeto que altera a dosimetria das penas aplicadas aos condenados pelos atos de 8 de janeiro.
Flávio ainda comparou a gestão Bolsonaro com o atual governo federal, citando programas sociais durante a pandemia e ações voltadas à segurança pública e à proteção das mulheres. Ao final do discurso, projetou o retorno político do ex-presidente nas eleições de 2026.
Discursos pedem anistia e criticam STF
O deputado Nikolas Ferreira defendeu a derrubada do veto presidencial ao projeto que reduz penas dos condenados pelos atos de 8 de janeiro e criticou ministros do STF, especialmente Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.
Segundo o parlamentar, o Congresso Nacional deve votar novamente a proposta. Ele também afirmou que o impeachment de ministros do STF deve ser debatido pelo Legislativo.
Já o pastor Silas Malafaia acusou o STF de restringir a liberdade de expressão e criticou o inquérito das fake news, classificando-o como “imoral e ilegal”. O religioso afirmou que houve perseguição política contra opositores do governo.
Caiado promete anistia em eventual governo
Durante o evento, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, afirmou que uma eventual gestão alinhada à direita teria como “primeiro ato” conceder “anistia plena, geral e irrestrita” aos condenados pelos atos de 8 de janeiro.
O governador também destacou políticas de segurança pública adotadas em Goiás e elogiou Jair Bolsonaro, afirmando que o ex-presidente mantém forte capacidade de mobilização política mesmo fora do poder.
Mobilização nacional
A manifestação na Avenida Paulista integrou uma série de atos realizados em diferentes cidades do país neste domingo, com pautas semelhantes, incluindo críticas ao governo federal e ao STF.
O protesto foi realizado nas proximidades do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp) e reuniu manifestantes com faixas e cartazes pedindo mudanças no cenário político e jurídico do país.
Entre as principais reivindicações estiveram a anistia aos condenados do 8 de janeiro, a revisão de decisões judiciais e mudanças na condução política do país.
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