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Mais de 60 alunos passam mal após comerem salpicão em escola de Ibirité; prefeitura e governo de MG investigam

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A Prefeitura de Ibirité, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, informou que 63 estudantes da Escola Técnica Sandoval Soares de Azevedo receberam atendimento médico após passarem mal nesta terça-feira (7/10). Os alunos apresentaram sintomas como vômitos, diarreia, dor de estômago, tontura e desmaios, após consumirem salpicão servido na instituição.

De acordo com comunicado divulgado nas redes sociais do Executivo municipal, todos os estudantes foram atendidos no Hospital Municipal e, até as 20h20, não havia registro de casos graves. A prefeitura afirmou que a unidade hospitalar opera em plano de contingência, com reforço das equipes da Secretaria Municipal de Saúde, Vigilância Sanitária e Epidemiológica, que acompanham as investigações sobre o caso.

“Para absorver o aumento súbito da demanda assistencial, foram mobilizados profissionais médicos e de enfermagem fora da escala regular de plantão, garantindo a manutenção da capacidade operacional e da segurança assistencial”, diz o posicionamento oficial. A administração municipal também destacou que não houve falta de insumos ou materiais médico-hospitalares durante o atendimento emergencial.


Prefeitura presta solidariedade e reforça apoio às famílias

Em nota, a Prefeitura de Ibirité se solidarizou com os alunos e familiares, destacando o trabalho conjunto das equipes médicas e assistenciais. “Intensificamos o atendimento na UPA, mobilizamos todas as ambulâncias e garantimos agilidade na atuação da Vigilância Sanitária para assegurar o rápido atendimento e a segurança dos estudantes”, informou o município.

A prefeitura ainda garantiu que continuará monitorando os quadros clínicos e repassando informações à Secretaria Municipal de Saúde.


Pais relatam desespero e cobram apuração

Pais de alunos relataram momentos de aflição ao serem informados sobre o ocorrido. Uma mãe, que preferiu não se identificar, contou que a filha, de 16 anos, chegou ao hospital muito debilitada. “Ela teve tontura, dor de cabeça intensa e precisou tomar soro e dipirona na veia. Quando chegou, mal conseguia ficar em pé”, relatou.

Outro pai descreveu o susto ao chegar à escola. “Quando vi a quantidade de ambulâncias do Samu, percebi que era algo mais sério. Meu filho de 17 anos teve diarreia, vômito e tontura, e segue em observação”, contou.

Alguns responsáveis afirmam que mais de 100 alunos podem ter passado mal, embora a prefeitura tenha confirmado oficialmente 63 atendimentos. Eles também destacaram o suporte oferecido pela direção da escola e pelo hospital municipal.


Governo de Minas acompanha o caso

A Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG) informou que está acompanhando o caso junto à Fundação Helena Antipoff, responsável pela coordenação da escola. Segundo a pasta, todos os estudantes receberam atendimento médico e não apresentam sintomas graves.

A SEE afirmou ainda que acionou a Vigilância Sanitária, a Polícia Militar e a Polícia Civil para investigar as causas da suspeita de intoxicação alimentar. “Seguimos apoiando a Fundação Helena Antipoff para garantir a devida assistência aos alunos e servidores”, informou o órgão em nota enviada a O TEMPO.


Investigação e análises sanitárias

As autoridades municipais e estaduais coletaram amostras dos alimentos servidos para análise laboratorial. A principal hipótese é de contaminação alimentar provocada por bactérias ou má conservação dos ingredientes do salpicão.

Casos semelhantes de intoxicação alimentar em escolas mineiras têm levado as autoridades a reforçar protocolos de segurança alimentar e inspeção nas unidades públicas. Em setembro, por exemplo, estudantes em Contagem e Sabará também apresentaram sintomas semelhantes após o consumo de refeições escolares.

A Prefeitura de Ibirité reforçou que novas atualizações serão divulgadas assim que houver avanços nas investigações conduzidas pela Vigilância Sanitária e pela Polícia Civil.

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