Na última semana, o Hospital Sarah em Belo Horizonte realizou uma palestra promovida pela sua comissão de assédio moral. Durante o evento, a enfermeira do trabalho Lilian, profissional que deveria zelar pela saúde dos trabalhadores, surpreendeu ao afirmar que a comissão não tem o papel de apurar casos de assédio. Fica, então, a grande dúvida: afinal, de quem é o papel de apurar o assédio dentro do Sarah? A comissão é nomeada pela própria diretoria, o que significa que, na prática, é a gestão quem decide quem é o assediador e quem é o assediado. Que autonomia teria uma comissão criada por aqueles que deveriam ser investigados? Para piorar, a mesma enfermeira declarou que, se o trabalhador for demitido, o assédio denunciado sequer é apurado. Ou seja, o Sarah deixa claro que não tem qualquer interesse em identificar e responsabilizar os gestores assediadores, expondo o completo abandono dos direitos dos trabalhadores mais humildes da instituição.
Na última quarta-feira, 25, trabalhadores e representantes dos colaboradores da unidade foram até a Assembleia Legislativa de Minas Gerais para denunciar o clima de terror instalado no hospital, marcado por perseguições, humilhações e o silêncio imposto pela gestão. Diante desse cenário revoltante, os representantes da Rede Sarah exigiram a realização de uma audiência pública para expor os abusos cometidos. Os trabalhadores já se organizam com faixas e apitos e prometem lotar o plenário no dia da audiência para protestar contra a gestão assediadora que se esconde atrás de comissões inoperantes e relatórios vazios. O blog continuará acompanhando esse escândalo trabalhista que mancha a imagem de uma das maiores instituições de saúde do país.
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