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Justiça libera mulher suspeita de integrar ‘gangue da marcha à ré’, mas impõe recolhimento noturno e monitoramento eletrônico

Suspeita de integrar 'gangue da marcha à ré' é solta em BH com uso de tornozeleira e recolhimento em fins de semana


A Justiça de Minas Gerais concedeu liberdade provisória a uma mulher de 29 anos, presa sob acusação de receptação de produtos furtados ligados à chamada “gangue da marcha à ré”, grupo criminoso conhecido por usar carros para arrombar lojas dando ré nas fachadas e portas de estabelecimentos comerciais. A decisão foi proferida nesta segunda-feira (12), durante audiência de custódia realizada em Belo Horizonte.

Embora tenha sido solta, a suspeita deverá cumprir uma série de medidas cautelares, conforme estabelecido pela juíza Juliana Beretta, da Justiça mineira. Ela está proibida de deixar a capital sem autorização judicial, deverá manter o endereço atualizado e comparecer periodicamente à Justiça para justificar suas atividades, por um período inicial de três meses, prorrogável por mais três.

Entre as condições mais rígidas, a mulher terá que permanecer em casa das 20h às 6h em dias úteis. Aos sábados, domingos e feriados, o recolhimento será em período integral, por seis meses. Ela será ainda monitorada eletronicamente por tornozeleira durante todo esse tempo.

A mulher é investigada por suposta participação no esquema que já causou prejuízos a diversos comerciantes da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Os crimes costumam acontecer na madrugada e envolvem o uso de veículos furtados ou roubados, utilizados para quebrar as portas dos comércios. Após o arrombamento, os suspeitos saqueiam o local e fogem rapidamente.

Segundo a Polícia Civil, as investigações continuam e outros membros da quadrilha podem ser presos nos próximos dias. A receptação de produtos furtados é um dos principais caminhos usados pelos investigadores para chegar aos autores dos arrombamentos.

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